Show do Diplo no Fortnite: horário e como ver Festa Royale ao vivo

Fortnite promoverá o evento Festa Royale nesta sexta-feira (31). Nessa edição, a Epic Games transmitirá a apresentação virtual ao vivo do DJ e produtor musical Diplo dentro do próprio Battle Royale. A performance pode ser assistida hoje em tempo real ou em retransmissão na próxima segunda-feira (3). Confira, a seguir, os horários das apresentações. Vale ressaltar que Fortnite está disponível para download no PlayStation 4 (PS4)Xbox OnePC e Nintendo Switch, e em versão mobile para baixar em celulares Android e iPhone (iOS).

Evento Festa Royale no Fortnite contará com apresentação ao vivo de Diplo — Foto: Reprodução/Epic Games

Evento Festa Royale no Fortnite contará com apresentação ao vivo de Diplo — Foto: Reprodução/Epic Games

A apresentação de Diplo ocorrerá no Palco Principal da Festa Royale. O tempo de performance está estimado em 30 minutos. Para entrar no palco principal, o jogador deve acessar o game e escolher a opção “Festa Royale” na lista de partida. Nesta edição, o evento não tem limite de espectadores e, caso se atrase para entrar, também será possível assistir aos restantes das apresentações.

Festa Royale em Fortnite – Dias e horários

Sexta-feira (31) – Ao vivo15h00
Segunda-feira (03) – Retransmissão22h00

Fonte: Epic Games

Como recompensa pela presença no Festa Royale, o Fortnite presenteará os jogadores com o exclusivo Envelopamento Pós-festa. O item, em tonalidades amarelo, rosa, azul e roxo, pode ser usado para decoração de armas no Battle Royale. Além disso, em comemoração ao evento, a Loja de Itens também receberá novos produtos. Traje Vislumbre, Picareta Facas Leves e Acessório para as Costas Ritmo Portátil são algumas das mercadorias que podem compradas. O grande atrativo é a capacidade desses itens serem reativos à música.

Natural do estado de Mississippi, EUA, Diplo é um DJ, compositor e produtor musical de 41 anos. O produtor é membro do grupo musical Major Lazer. Suas produções costumam misturar influências de hip-hop, miami bass, trap e pop. Em sua carreira, Diplo já colaborou com grandes nomes do cenário musical, como Ariana Grande, Beyoncé, Shakira, Anitta, Skrillex, MØ, Dua Lipa e Snoop Dogg. Além disso, o artista já foi indicado nove vezes ao Grammy Awards, e venceu em três categorias.

A Epic Games tem promovido diversas apresentações musicais dentro do Fortnite. Em abril de 2020, o game foi palco do evento Astronomical com apresentação ao vivo do rapper Travis Scott. No mês seguinte, foi a vez dos artistas Dillon Francis, Steve Aoki e Deadmau5 se apresentarem no Battle Royale, em comemoração à marca de 350 milhões de jogadores cadastrados. Em junho, o jogo recebeu os shows de Diplo, Young Thug e Noah Cyrus, em celebração ao lançamento do álbum Diplo Presents: Thomas Wesley.

Mi True Wireless Earphones 2 Basic: testamos o novo fone Xiaomi no Brasil

Mi True Wireless Earphones 2 Basic é o mais novo fone Bluetooth da Xiaomi à venda de forma oficial no Brasil. Com preço sugerido de R$ 399 no país, o acessório promete ser uma opção aos AirPods, da Apple, trazendo inclusive design que lembra bastante os earbuds da maçã. Com boa autonomia e recursos um pouco limitados, o modelo é voltado para o dia a dia, e pode decepcionar quem busca um dispositivo para ouvir músicas ao praticar esportes. O TechTudo testou o aparelho e conta as primeiras impressões a seguir.

Mi True Wireless Earphones 2 Basic é o novo fone da Xiaomi no Brasil; veja o que achamos — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Mi True Wireless Earphones 2 Basic é o novo fone da Xiaomi no Brasil; veja o que achamos — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Mirou na Apple

O visual dos earbuds em si é bastante semelhante aos AirPods, pelo menos na “cabeça” do fone, com mesma proposta de design. Uma diferença pontual é a grossura das hastes que ficam para fora, bem maior que no acessório da Apple.

É por meio dessa parte externa que o usuário pode começar ou pausar a reprodução, além de acionar a assistente virtual do celular Android, com Google Assistente, ou iPhone (iOS), com a Siri. Diferente de outros produtos do segmento de fones totalmente sem fio, que limitam os controles no acessório e permitem ajustá-los via software, não há outras opções no Mi 2 Basic.

Design lembra bastante os AirPods, da Apple; material e haste mais grossa são principais diferenças — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Design lembra bastante os AirPods, da Apple; material e haste mais grossa são principais diferenças

Ainda no design, vale ressaltar a baixa fixação à orelha, um ponto importante a se considerar ao buscar um modelo para praticar esportes. Mas, vale ressaltar que o fone da Xiaomi tem uma proposta de uso no dia a dia, durante o trabalho ou ao estudar, atividades que não vão exigir muito dessa característica. Seu acabamento em plástico também não passa muita confiança quanto à resistência a impactos.

Qualidade de som intermediária

Já sobre o áudio, o modelo apresenta bom volume. Com drivers de 14,2 mm, impedância de 32 ohms e resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz, o acessório apresenta bons graves, médios e agudos, mas nada além do padrão da categoria.

Aqui, por conta do formato tipo earbud, não há um grande isolamento acústico, como acontece com os intra-auriculares, por exemplo. Dessa forma, é possível manter a atenção no ambiente enquanto escuta música, o que ajuda bastante a interação com outras pessoas em casa ou no ambiente de trabalho.

Modelo não tem como foco o áudio em si; para uso no dia a dia, qualidade está suficiente — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Modelo não tem como foco o áudio em si; para uso no dia a dia, qualidade está suficiente

Recursos e bateria

A conectividade fica por conta do Bluetooth no padrão 5.0, que oferece boa estabilidade e pareamento automático com o último dispositivo utilizado com o fone. Apesar disso, foi possível perceber alguns engasgos ao ficar longe do celular, principalmente em outros cômodos.

Um ponto interessante do acessório é a possibilidade de utilizar apenas um dos lados de forma rápida, já que o produto reconhece quando o usuário optou por esse tipo de uso. Assim, o bud do lado escolhido fica com o controle de play/pause, que também funciona para atender ou recusar ligações.

Um dos principais recursos do Mi 2 Basic é a capacidade de pausar a reprodução ao ser retirado do ouvido, economizando bateria — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Um dos principais recursos do Mi 2 Basic é a capacidade de pausar a reprodução ao ser retirado do ouvido, economizando bateria — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Outro recurso que chama atenção é a capacidade de pausar a música logo ao tirar os fones do ouvido. De acordo com a fabricante, isso garante maior autonomia ao modelo. E, de fato, a bateria do produto não apresentou problemas durante os testes. Sobre isso, vale ressaltar que os earbuds prometem carga suficiente para cerca de cinco horas de reprodução contínua.

Além disso, durante um dia de trabalho, por exemplo, colocando os fones na case sempre que tiver uma pausa, não foi possível acabar com a carga dos modelos. No total, a Xiaomi fala em 20 horas de autonomia, tempo suficiente para sua proposta de uso diário.

Mi True Wireless Earphones 2 Basic tem autonomia para cerca de 20 horas, segundo a Xiaomi — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Mi True Wireless Earphones 2 Basic tem autonomia para cerca de 20 horas, segundo a Xiaomi — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Conclusão

O modelo é simples, e não traz nenhum grande destaque em relação às tecnologias utilizadas. Ao pausar músicas de forma automática, o fone consegue preservar sua bateria e aumentar o tempo de uso, o que agradou bastante. Além disso, se o usuário colocar os earbuds no estojo carregador sempre que parar de ouvir músicas, essa bateria chega a ser suficiente por dias.

Um ponto negativo a ser considerado, aqui, é a qualidade do material. O acabamento em plástico não parece ser muito resistente e, por conta da pouca fixação, corre bastante risco sempre que cair. Em poucos dias, o modelo chegou a cair três vezes em situações comuns, sem movimentos bruscos. Portanto, não seria a melhor opção para praticar esportes.

Opção mais barata aos AirPods, mas com perfil mais simples — Foto: Yuri Hildebrand

Opção mais barata aos AirPods, mas com perfil mais simples — Foto: Yuri Hildebrand

O custo-benefício vai depender da comparação feita pelo usuário. Se a ideia é ter um fone para o dia a dia com visual elegante, recursos simples, entre outras características do segmento, o valor de R$ 399 fica de bom tamanho, sobretudo se comparado aos R$ 1.349 cobrados pela Apple nos AirPods.

Mas, se a referência para um fone Bluetooth totalmente sem fio é de um fone básico, sem muitas funcionalidades extras, é possível encontrar produtos mais baratos e que não devem decepcionar. Um deles é o Redmi AirDots, da própria Xiaomi, que aparece no e-commerce por preços em torno de R$ 139,90, segundo o Compare.

Golpes bancários crescem em 2020 e atingem mais de dez milhões no Brasil

Os golpes de phishing bancário estão crescendo no Brasil e já atingiram dez milhões de pessoas entre janeiro e julho de 2020. Em relação ao mesmo período do ano passado, é possível perceber um aumento de 43% no número total de ataques. Os dados são de um levantamento do dfndr lab, laboratório de segurança digital da PSafe, divulgado na última terça-feira (28).

Segundo a empresa, nesse tipo de golpe, os criminosos enganam a vítima por meio de links maliciosos e aplicativos com o objetivo de obter seus dados bancários e, assim, ter acesso a seus recursos financeiros. Além disso, os especialistas indicam que a pandemia é um dos fatores por trás do aumento, já que provocou a migração de serviços para os meios digitais.

Criminosos criam cópias perfeitas de apps e sites de grandes bancos para enganar as vítimas — Foto: Reprodução/PSafe

Criminosos criam cópias perfeitas de apps e sites de grandes bancos para enganar as vítimas

Os ataques, em geral, fazem uso de nomes de grandes bancos, conforme explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. “Essas fraudes costumam utilizar como abordagem um suposto bloqueio/liberação de senha bancária e bloqueio de pagamento, para que a vítima realize um falso procedimento de recuperação de senha”, alerta o especialista. Ao realizar o procedimento, a vítima acaba cedendo seus dados bancários para os criminosos.

O termo phishing é bastante abrangente e pode ser usado para tratar de vários tipos de golpes. Sua origem está na língua inglesa, pela analogia de que os criminosos “pescam” pessoas desatentas que podem cair no golpe.

Quatro coisas que você nunca deve postar nas redes sociais

No caso do phishing bancário, essas fraudes têm o objetivo de conseguir dados de cartão de crédito e informações bancárias sigilosas. Durante a ação, os criminosos usam nomes de grandes bancos e instituições financeiras para compartilhar links maliciosos por e-mail ou redes sociais ou distribuir sites e aplicativos falsos. Quando a pessoa compartilha algum dado, o golpista apenas coleta essa informação e utiliza para ter acesso às contas bancárias reais da vítima.

De acordo com o dfndr lab, as restrições de circulação da pandemia ajudam a explicar a explosão em ataques phishing bancário. Segundo o laboratório, apenas em julho foram detectados 1,2 milhão de golpes do tipo pelo Brasil, quase o triplo dos 425 mil episódios registrados no mesmo mês em 2019. Entre janeiro e julho, já foram dez milhões de ataques, contra sete milhões no mesmo período do ano passado, um aumento de 43%.

Não comparilhe dados bancários se não tiver certeza da proveniência do site ou app em questão  — Foto: Pond5

Não comparilhe dados bancários se não tiver certeza da proveniência do site ou app em questão

Ainda segundo os pesquisadores, o problema do phishing ganha proporções mais graves por conta da realidade do home office, já que os usuários podem acabar caindo nesses golpes usando computadores e dispositivos de empresas. Dessa forma, os dados bancários da companhia poderiam acabar caindo nas mãos dos criminosos.

Para evitar cair em golpes, é importante seguir algumas recomendações. Use um bom antivírus, capaz de detectar phishing, mantenha o programa atualizado, tanto em computadores como em celulares, seja um dispositivo de uso pessoal ou corporativo. Além disso, desconfie de mensagens recebidas por e-mail e redes sociais a respeito de sua conta bancária. Por fim, nunca compartilhe esses dados sem ter certeza da proveniência do site ou app em uso.

Brasil fica em primeiro lugar em teste de banda larga fixa

O Brasil teve o melhor desempenho de banda larga fixa durante o segundo trimestre de 2020, de acordo com os dados da Ookla, dona do serviço de medição Speedtest. A pesquisa analisou as cinco maiores economias da América Latina e apontou que o Brasil teve latência média de 19 ms (milissegundos). Já em relação à banda larga móvel, a Argentina apresentou o melhor resultado, com 40 ms. O Brasil ficou em quarto nesse quesito, com 46 ms.

A latência mede o tempo de reação de uma conexão, sendo muito importante no universo dos games. Para ter uma melhor experiência de jogo, esse valor precisa ser de até 59 ms. A latência móvel tem relação com jogos criados para dispositivos móveis, enquanto a latência de banda larga fixa mede a conexão em computadores e consoles.

Brasil apresentou melhorias na latência da internet — Foto: Lucas Mendes/TechTudo

Brasil apresentou melhorias na latência da internet

A pesquisa ainda apontou que os investimentos recentes em fibra óptica em toda a região ajudaram a aumentar ainda mais a latência durante o período. Durante o período da pandemia do novo coronavírus, os investimentos em conexão também cresceram, fazendo com que todos os países do estudo apresentassem aumento no desempenho da internet móvel e da fixa.

Banda larga fixa

O Brasil foi o país que mais apresentou melhorias na latência da banda larga fixa em comparação com o segundo trimestre de 2019, diminuindo de 23 ms para 19 ms. Em seguida vem o Chile (24 ms), o México (31 ms) e a Argentina (34 ms). A Colômbia ficou em último lugar, com 43 ms. Apesar disso, todos os países apresentam internet dentro dos padrões mínimos de latência para jogos.

São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília apresentaram as melhores latências de banda larga fixa no país, com 18 ms, 20 ms e 21 ms respectivamente. As cidades brasileiras só ficaram atrás de Guadalajara, no México, com 17 ms.

Brasil apresentou melhor desempenho na conexão banda larga da América Latina — Foto: Reprodução/SpeedTest

Brasil apresentou melhor desempenho na conexão banda larga da América Latina — Foto: Reprodução/SpeedTest

Internet no celular

Em relação à latência da banda larga no celular, o México apresentou o maior avanço, passando de 57 ms para 44 ms no segundo trimestre de 2020. Apesar disso, a Argentina obteve o primeiro lugar, com 40 ms. Depois vem o Chile (41 ms), México (44 ms), Brasil (46 ms) e Colômbia (47 ms).

Em relação às cidades, São Paulo e Buenos Aires empataram na melhor latência móvel, com 31 ms. Em seguida aparece o Rio de Janeiro (35 ms). Brasília ficou no último lugar da lista de localidades brasileiras analisados (43 ms).

São Paulo e Rio de Janeiro ficaram em primeiro lugar na latência da internet fixa e móvel — Foto: Reprodução/SpeedTest

São Paulo e Rio de Janeiro ficaram em primeiro lugar na latência da internet fixa e móvel — Foto: Reprodução/SpeedTest

Apesar de a implementação da internet 5G ter começado recentemente no Brasil, é esperado que ela aumente ainda mais a latência no país sobre a capacidade que os dispositivos 4G oferecem atualmente.

iPhone deve ganhar câmera periscópica em 2022, diz analista

iPhone pode ganhar câmera periscópica a partir de 2022. A tecnologia usada em rivais como o Galaxy S20 Ultra promete aproximar a imagem sem perda significativa de qualidade. As informações são do analista Ming-Chi Kuo, conhecido por acertar previsões sobre produtos da Apple. Kuo prevê que a Semco, fabricante sul-coreana de lentes, deve entrar para a cadeia de fornecimento da empresa da maçã ainda este ano e será responsável pelo abastecimento do módulo.

A Apple tem patentes registradas referentes a câmeras periscópicas desde 2016, mas o componente nunca chegou a ser usado nos telefones da companhia.

iPhones podem ter câmera periscópica a partir de 2022 — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

iPhones podem ter câmera periscópica a partir de 2022 — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

A lente periscópica é acoplada à câmera teleobjetiva e é composta por prismas e espelhos que combinados conseguem aumentar de forma efetiva a distância focal de um conjunto de lentes. No telefone da Samsung, por exemplo, ela funciona pela combinação de zoom ótico com zoom digital e que permite aproximação de até 100 vezes.

A Apple já estaria trabalhando para melhorar o sistema de zoom dos celulares da companhia. O iPhone 12 Pro deve vir com zoom ótico de 3x e zoom híbrido de 30x, um salto em relação ao zoom ótico de 2x e zoom digital de 10x da linha iPhone 11.

A Semco deverá ser responsável por mais da metade do fornecimento de lentes periscópicas para a Apple. A Largan, Alps e Minebea também deverão prover partes do mecanismo. Comprar peças de diferentes empresas é uma estratégia usada pela Apple para aumentar a concorrência e reduzir custos.

Para este ano, a Apple deve usar tecnologia da Semco para melhorar o foco automático no iPhone 12. De acordo com o relatório de Kuo, a Sunny Optical, fornecedora de lentes da China, também deverá entrar para a cadeia de abastecimento da fabricante, sendo responsável pelo envio em massa de câmeras para iPads em 2021.

Asus lança teclado gamer ROG Falchion; bateria dura até 16 dias

Asus revelou um novo teclado gamer wireless de formato compacto. O ROG Falchion possui 68 teclas, podendo ser conectado sem fio a computadores e telefones. Ele é voltado ao público gamer e oferece vários recursos atrativos, como iluminação RGB customizada para cada tecla. A bateria promete até 400 horas de uso – desde que as luzes estejam apagadas. Apesar de ter anunciado as características do equipamento, a companhia asiática não informou preços.

Teclado sem fio possui iluminação customizável para cada tecla — Foto: Divulgação/Asus

O novo teclado é compatível com o Aura Sync, permitindo que as luzes sejam controladas por um aplicativo específico. É possível customizar cada tecla com uma iluminação diferente, de acordo com a necessidade. No entanto, isso aumenta o uso da bateria, fazendo com que o dispositivo precise ser carregado com mais frequência.

Ele também conta com uma touch bar lateral que pode ser usada, por exemplo, para controlar o volume. O recurso também pode ser modificado para desempenhar outras funções, o que aumenta a versatilidade do produto para o público gamer

O tempo de resposta oficial do acessório é de 1 milisegundo. Ele é composto por teclas Cherry MX, além de uma cobertura protetora para prevenir acidentes e facilitar o transporte. A conexão é feita através de uma rede wifi de 2,4 GHz.

MacBook Pro vs Dell XPS 13: compare ficha técnica e preço no Brasil

MacBook Pro e Dell XPS 13 são duas opções de notebook premium à venda no Brasil. Ambos prometem bom desempenho para uso profissional, visual elegante e ganharam atualizações em 2020, concorrendo diretamente no varejo nacional. Enquanto o novo modelo da Dell tem chips Intel mais recentes em todas as versões disponíveis, o computador da Apple ainda traz processadores de oitava geração em sua versão mais básica.

Além disso, os dois contam com a solução gráfica Iris Plus Graphics nas opções mais poderosas, prometendo até 80% mais desempenho em algumas atividades. Os preços por sua vez, começam em R$ 8.999, pelo XPS 13 e R$ 14.229, valor mais em conta do MacBook Pro no site da maçã. Confira a seguir mais detalhes sobre os laptops top de linha e saiba qual deles vale mais a pena para você.

Novo Dell XPS 13 chega com chips Core i5 e Core i7 de décima geração — Foto: Divulgação/Dell

Novo Dell XPS 13 chega com chips Core i5 e Core i7 de décima geração

Design

Com design muito atraente e chassi em alumínio, o Dell XPS 13 ganhou teclas maiores, fazendo com que o teclado ocupe a superfície do computador de ponta a ponta. O touchpad também está maior que em versões anteriores, trazendo superfície em vidro e descanso para os punhos com acabamento em fibra de carbono. Já em relação às conexões, o Dell XPS 13 traz duas portas USB-C com suporte à tecnologia Thunderbolt 3.0, sendo uma delas utilizara para carregar o equipamento. Há ainda leitor de cartões microSD e entrada auxiliar de 3,5 mm para fones de ouvido.

Já o MacBook Pro conta com design clássico da Apple, acabamento metálico em cinza-especial ou prata e apenas 1,56 cm de espessura. Um diferencial importante é o teclado Magic Keyboard, que substitui o problemático sistema borboleta. As conexões, por sua vez, oferecem duas ou quatro portas Thunderbolt 3.0, entrada DisplayPort e USB 3.1, além de conector para fones de ouvido.

Tela

O MacBook Pro traz tela de LED de 13,3 polegadas com tecnologia IPS, oferecendo resolução nativa de 2.560 x 1.600 pixels. Isso deve significar uma experiência confortável e níveis de detalhes muito altos. Já o novo Dell XPS chega com tela quase 7% maior que em versões anteriores, já que a borda inferior da tela diminuiu. Com isso, são mais de 90% de relação tela-corpo, segundo a marca. O modelo chega ainda com versões Full HD ou 4K, sendo que a tela de maior resolução oferece ainda suporte a toques.

MacBook Pro de 13 polegadas oferece teclado atualizado e processadores mais rápidos — Foto: Divulgação/Apple

Desempenho

Os dois modelos devem oferecer uma performance avançada, já que utilizam processadores Intel de oitava ou décima geração, com pelo menos quatro núcleos e clocks altos. Para os modelos com chips mais recentes, há ainda o ganho em desempenho gráfico da Iris Plus Graphics, que promete bater de frente com placas de vídeo dedicadas mais simples.

Outro ponto que vale destaque nos modelos é a presença de SSDs de alta capacidade em todas as versões: tanto XPS 13 quanto MacBook Pro oferecem armazenamento de 256, 512 ou 1 TB. O computador da Apple pode ser configurado com ainda mais, chegando aos 4 TB em SSD, elevando tanto o espaço disponível para guardar arquivos quanto o desempenho do computador, assim como o preço do mesmo.

Dell XPS 13 e MacBook Pro também contam com versões predefinidas de 8 ou 16 GB de RAM, mas o site da Apple indica que os usuários podem alterar as configurações do MacBook para adquirir o modelo com até 32 GB de RAM. Os laptops da maçã possuem versões com memórias LPDDR3 e LPDDR4X, enquanto o modelo da Dell aparece apenas com LPDDR4X. Esse padrão é voltado para equipamentos finos e de menor consumo energético.

Novo Dell XPS 13 é compacto e promete boa ergonomia com teclas e touchpad maiores — Foto: Divulgação/Dell

Novo Dell XPS 13 é compacto e promete boa ergonomia com teclas e touchpad maiores — Foto: Divulgação/Dell

Bateria

Os MacBooks Pro contam com uma bateria de 58 Watts, o que, segundo a Apple, deve ser suficiente para uma autonomia de até 10 horas para uso simples do dia a dia. O Dell XPS 13, por sua vez, promete até 18 horas de bateria, número bastante positivo em relação ao outros produtos do segmento. Vale ressaltar que os chips utilizados no computador são da linha Ice Lake, que têm como foco boa eficiência energética.

Recursos extras

Um dos principais recursos do MacBook Pro é a presença da Touch Bar, que promete fácil acesso a aplicativos e aumenta as possibilidades de interação. Os modelos também trazem o chip Apple T2 Security, que promete aumentar o nível de segurança das informações presentes no laptop.

Já em relação ao Dell XPS 13, vale destacar o suporte ao Wi-Fi 6, tecnologia mais recente e que promete velocidades até 40% maiores. Vale ressaltar que, para aproveitar as vantagens da conexão, é necessário ter um roteador compatível com a tecnologia.

Todos os Pro de 13 polegadas trazem o novo teclado Magic e chegam com a Touch Bar. — Foto: Divulgação/Apple

Preço

Os preços variam de acordo com as especificações escolhidas. O Dell XPS 13 parte dos R$ 8.999, valor da versão com Core i5, 8 GB de RAM e SSD de 512 GB, enquanto o modelo intermediário, que traz 16 GB de RAM, 1 TB em SSD e processador Core i7 com gráficos Iris Plus da Intel, aparece por R$ 10.499. Já a versão top de linha, com principal diferencial sendo a tela 4K com superfície sensível ao toque, custa R$ 11.499.

O MacBook Pro tem preços que começam em R$ 14.229, em versão que traz Core i5 de oitava geração, 8 GB de RAM no padrão LPDDR3 e SSD de 256 GB. Subindo o armazenamento para 512 GB, o computador aparece por, pelo menos, R$ 16.229.

Por fim, as opções top de linha, trazendo chip Core i5 de décima geração e placa Iris Plus Graphics e 16 GB de RAM LPDDR4X custam R$ 21.799 ou R$ 23.799, com SSD de 512 GB ou 1 TB, respectivamente. Vale ressaltar que a Apple permite aumentar essas especificações na hora da compra, e os valores podem chegar a até R$ 39.799, com 4 TB em SSD, RAM de 32 GB e chip Core i7 de décima geração.

Modelos parecidos e concorrentes

Acer Swift 3 tem tela de 13,5 polegadas, certificação Athena e chip de 10ª geração da Intel — Foto: Divulgação/Acer

Quem prefere notebooks de outras marcas encontra no Brasil opções como os Acer Swift 3 e Asus Zenbook Duo. O modelo da Acer é um equipamento ultrafino que conta com processador Intel Core i5 1035G1, 16 GB de memória LPDDR4X, SSD NVMe de 256 GB e tela de 14 polegadas, sendo encontrado por preços a partir dos R$ 6.159, de acordo com o Compare.

Já o Zenbook Duo, da Asus, tem como grande diferencial a presença de uma segunda tela, posicionada logo acima do teclado. O produto é equipado com processador Intel Core i7 10500U, 16 GB de RAM e 1 TB de SSD, além de trazer vídeo dedicado Nvidia GeForce MX250 com 2 GB de VRAM GDDR5. O modelo, que conta ainda com uma tela Full HD sensível ao toque de 14 polegadas, tem preço na casa dos R$ 16.199, também segundo buscas no Compre.

Dia Mundial do Emoji: oito coisas que você não sabia sobre as carinhas

Ícones foram criados em 1999, possuem premiação anual e já chegaram a ser exibidos em museu de arte


Nesta sexta-feira, comemora-se o Dia Mundial do Emoji, celebrado todo dia 17 de julho desde 2014. O que muita gente não sabe é que as carinhas foram criadas há mais de 20 anos e evoluíram de diferentes formas até chegar aos padrões atuais. Segundo a Emojipedia, atualmente existem 3.304 emojis cadastrados na Unicode, e qualquer pessoa pode sugerir novas figuras.

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Entre outras curiosidades relacionadas aos emojis está a inclusão de um pacote com mais de 170 carinhas ao acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York, a escolha de um ícone como “palavra do ano” pelo Dicionário Oxford e uma premiação que consagra o melhor figura do ano. Confira, a seguir, oito curiosidades que você provavelmente não sabia sobre os emojis.

Dia Mundial do Emoji é comemorado desde 2014 — Foto: Divulgação/Adobe

Dia Mundial do Emoji é comemorado desde 2014 — Foto: Divulgação/Adobe

1. Como surgiu a data?

Dia Mundial do Emoji foi criado pelo fundador da Emojipedia, Jeremy Burge, em 2014, e a data foi escolhida por causa do emoji de calendário do iOS, que exibe 17 de julho na figura — a Apple escolheu esta data porque foi neste dia, em 2002, que o aplicativo de calendário iCal foi lançado no macOS. O objetivo da criação da data foi apenas celebrar os emojis e promover a utilização das carinhas.

Na época da criação do Dia Mundial do Emoji, serviços como a Microsoft e o Android possuíam ícones de calendário genéricos, e o Twitter exibia outra numeração no seu emoji. Mesmo assim, a data foi abraçada por todas as grandes fabricantes, que até hoje celebram as figurinhas no dia 17 de julho. O Google, inclusive, atualizou o emoji de calendário do Android em 2016, passando a estampar a data comemorativa.

Como escrever com emojis e enviar pelo WhatsApp

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2. O primeiro emoji

Os primeiros emojis da história foram criados pelo designer de interface japonês Shigetaka Kurita, em 1999, quando o profissional trabalhava para a NTTDoComo, empresa de telefonia celular do país. Na época, Kurita criou um pacote com 176 ícones para serem utilizados em pagers e celulares da companhia, com foco no uso entre adolescentes.

As figuras foram desenvolvidas com 12×12 pixels e todo o pacote ocupava pouco mais de 3kb. Os desenhos representavam fenômenos climáticos, algumas expressões faciais simples, elementos esportivos e itens como corações, barco, árvore, televisão e partes do corpo. Segundo o desenvolvedor, a inspiração para as imagens foram os mangás, os pictogramas e revistas japonesas.

Shigetaka Kurita é o criador do primeiro emoji — Foto: Reprodução/kickstarter

Shigetaka Kurita é o criador do primeiro emoji — Foto: Reprodução/kickstarter

O objetivo da criação dos emojis foi facilitar a comunicação em um sistema de Internet móvel que acabava de surgir. A limitação de espaço, que restringia as mensagens de e-mail a somente 250 caracteres, abriu margem para o desenvolvimento de figuras que pudessem dizer mais do que o texto naquele pequeno campo.

3. Emojis no museu

Em outubro de 2016, o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) incluiu na sua coleção o pacote de 176 emojis originais criados por Shigetaka Kurita. A justificativa era de que o espaço já havia abrigado itens de inovação de design que alteraram radicalmente o mundo, dando como exemplo telefones, computadores e o símbolo de “@”. Assim, os emojis representavam uma nova reflexão sobre os costumes associados à escrita, e as mudanças que eles simbolizam.

Pacote com primeiros emojis foi criado em 1999 — Foto: Reprodução/Kickstarter

Pacote com primeiros emojis foi criado em 1999 — Foto: Reprodução/Kickstarter

“Os emoji de Shigetaka Kurita são manifestações poderosas da capacidade do design de alterar o comportamento humano. Essas humildes obras-primas, de 12 x 12 pixels, plantaram a semente para um crescimento explosivo de uma nova língua visual”, disse Paul Galloway, especialista da coleção de arquitetura e design do MoMA.

4. Qualquer pessoa pode sugerir

Os emojis são geridos e atualizados globalmente pela Unicode, consórcio que renova periodicamente as figuras disponibilizadas em todos os sistemas operacionais. Para adicionar um novo emoji, a empresa leva em consideração a procura pela figura na Internet, a relevância do tema, sugestões de petições públicas ou solicitações de comitês internacionais. O que pouca gente sabe é que qualquer pessoa pode sugerir a inclusão de novos ícones.

Para isso, é necessário atender a diversos critérios, como a frequência de uso do emoji em caso de aceitação, o quão necessário ele é atualmente e uma comprovação de que há demanda para aquela figura. Não se pode sugerir marcas famosas, divindades religiosas, conteúdo ofensivo ou algo muito específico, como a bandeira de cidades.

Caso você atenda a esses requisitos, deverá enviar protótipos do desenho do emoji de forma oficial para a Unicode, com especificações técnicas e dimensões exatas de tamanho e aplicabilidade. O processo entre o envio da sugestão, aprovação e lançamento do emoji pode levar até um ano e meio.

Ao sugerir um emoji, é preciso apresentar ideias de desenhos e imagens — Foto: Reprodução/Unicode

Ao sugerir um emoji, é preciso apresentar ideias de desenhos e imagens — Foto: Reprodução/Unicode

5. Monitoramento em tempo real

O site Emoji Tracker (emojitracker.com) contabiliza em tempo real quantas vezes cada emoji foi utilizado no Twitter. A plataforma atualiza os números analisando todos os tuítes publicados na rede social desde a criação do contador, em 2013. Atualmente, o site aponta como o primeiro lugar a carinha chorando de rir, com quase três bilhões de utilizações.

Emoji Tracker mostra contador de cada emoji em tempo real — Foto: Reprodução/Emoji Tracker

Emoji Tracker mostra contador de cada emoji em tempo real — Foto: Reprodução/Emoji Tracker

6. Palavra do ano

O tradicional Dicionário Oxford elegeu um emoji como a “palavra do ano” em 2015. A figura escolhida foi a carinha chorando de rir. Foi a primeira vez na história que a entidade selecionou uma imagem ao invés de uma palavra comum, o que gerou certa polêmica na época. De acordo com a publicação, a escolha refletia a popularização das diferentes formas de comunicação digital daquele momento. O termo “emoji” havia sido adicionado ao dicionário somente dois anos antes, em agosto de 2013.

Emoji com lágrimas de alegria — Foto: Reprodução/TechTudo

Emoji com lágrimas de alegria — Foto: Reprodução/TechTudo

Outra polêmica envolvendo os emojis e a gramática é a divergência sobre a correta flexão do termo para o plural. De acordo com a Emojipedia, a origem japonesa da palavra impõe que seja mantida a forma original, ou seja, seria correto falar “dois ou mais emoji”. No entanto, a popularização da palavra em inglês e outros idiomas em que o “s” indica maior quantidade, aliada a uma possível ambiguidade na utilização do mesmo termo para singular e plural, fez com que “emojis” passasse a ser considerada aceitável.

7. Emoji Awards

Todos os anos, desde 2017, a Emojipedia realiza o World Emoji Awards, premiação anual que reconhece os ícones mais utilizados no mundo, com direito a cerimônia oficial. A votação é realizada por meio de estatísticas, quando são analisados os números de visitas às páginas dos emojis na Emojipedia, e também por votação no Twitter. Participam da competição todos os emojis lançados no ano anterior. Em 2019, o vencedor foi o emoji sorridente com corações.

Emoji mais popular de 2019 — Foto: Reprodução/Emojipedia

Neste ano, os finalistas na categoria “Emoji que mais representa 2020” são a mão preta com punho cerrado (✊🏿), impulsionada pelas publicações relacionadas ao movimento “Black Lives Matter (Vidas Negras Importam)”, e o emoji de micróbio (🦠), bastante utilizado para simbolizar o coronavírus.

8. Os mais usados

A Emojipedia diz que o emoji mais utilizado do mundo é a carinha chorando de rir (😂), seguida pela carinha chorando copiosamente (😭) e a carinha de súplica (🥺). Na lista também aparecem o coração vermelho, mãos postas, polegar para cima e rosto pensante. Em 2019, a carinha mais usada no Brasil foi o rosto com olhos de coração.

Ryzen 9 3900X: saiba tudo sobre o processador de 12 núcleos da AMD


Top de linha da AMD tem performance de ponta e disputa espaço com os Intel i9


Ryzen 9 3900X é o processador top de linha da terceira geração da AMD. Com 12 núcleos, 24 threads e velocidades que podem bater 4,6 GHz, o chip tem performance de destaque em produtividade e se sobressai em tarefas multicore. Custando a partir de R$ 3.699 no mercado nacional, o top de linha da AMD rivaliza com os Core i9 9900K e Core i9 10900K, de nona e décima gerações da Intel, respectivamente. Confira a seguir mais detalhes sobre o Ryzen 9 3900X e saiba o que esperar em termos de performance do processador premium da AMD.

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Ficha Técnica AMD Ryzen 9 3900X

  • Lançamento: julho de 2019
  • Preço: a partir de R$ 3.629
  • Velocidade: de 3,8 GHz a 4,6 GHz
  • Núcleos/Threads: 12/24
  • Memória Cache: 64 MB em L3
  • Memória RAM: até dois canais de DDR4 a 3.200 MHz
  • Solução de vídeo: não tem
  • Soquete: AM4
  • TDP: 105 Watts

Especificações

O chip da AMD está entre os top de linha do mercado e se destaca pela oferta de 12 núcleos de processamento, combinados ainda com o suporte ao SMT – o equivalente ao Hyper Threading das CPUs Intel –, subindo o número de threads para 24. Na velocidade, o componente também tem números interessantes, como clock base de 3,8 GHz e turbo de até 4,6 GHz. Em relação à memória cache, são 64 MB em L3, e o chip pode controlar até dois canais simultâneos de memória RAM DDR4 de 3.200 MHz.

Como é comum em processadores da AMD para desktop, o Ryzen 9 3900X não possui placa de vídeo integrada e, a depender da placa-mãe escolhida, pode passar por overclock. Um diferencial importante do modelo é o suporte à tecnologia PCIe Express 4.0, recurso ausente mesmo nos processadores Intel de décima geração.

Ryzen 9 3900X foi revelado em 2019 pela AMD com 12 núcleos — Foto: Divulgação/AMD

Ryzen 9 3900X foi revelado em 2019 pela AMD com 12 núcleos — Foto: Divulgação/AMD

Desempenho

Desde a primeira geração, os Ryzen têm tido grande vantagem diante da Intel em termos de performance multicore, situações em que todos os núcleos do processador são colocados para trabalhar. Com 12 unidades, o Ryzen 9 chama atenção nas comparações de performance. Os testes do site PCWorld, por exemplo, mostram que, em um teste bem próximo às situações reais de edição de vídeo, o 3900X da AMD tem vantagem de 42% sobre o Core i9 9900K da Intel.

Se o trunfo da AMD está em performance com vários núcleos acionados, a Intel vem mantendo resultados significativos em relação ao desempenho com um único núcleo sob alta demanda. Esse cenário ainda é o mais comum nos aplicativos utilizados no dia a dia, e condiz mais com o que o chip vai apresentar em um uso casual.

Ainda de acordo com o portal PCWorld, o Ryzen 9 3900X é entre 2% e 3% inferior ao i9 9900K nos testes single-core do Cinebench R15. A vantagem é pequena, sobretudo ao levar em conta a velocidade até 8% maior do processador Core i9, em números.

Ryzen 9 perde terreno em games, mas supera os riviais da Intel em aplicações que tiram proveito dos 12 núcleos — Foto: Divulgação/2K Games

Ryzen 9 perde terreno em games, mas supera os riviais da Intel em aplicações que tiram proveito dos 12 núcleos — Foto: Divulgação/2K Games

Análises com games são ainda mais significativas, e o PCGamesN produziu um comparativo com uma série de títulos que forçam o processador. Ao rodar o Civilization VI em 4K, por exemplo, o Ryzen 9 3900X produziu uma nova jogada a cada seis segundos, intervalo que foi o mesmo do Core i9 9900K ou do Ryzen 7 3700X.

Já em Total War: Three Kingdoms, o top de linha da AMD permite que o sistema entregue uma média de 91 fps rodando em Full HD, enquanto o Core i9 oferece média de 106 fps. Outros jogos testados pela publicação apresentaram resultados parecidos, com o Core i9 aparecendo com performance média superior. A razão para isso está no fato de que os games ainda são mais otimizados para processadores Intel.

Core i9 10900K se mostra superior em games — Foto: Divulgação/ Intel

Core i9 10900K se mostra superior em games — Foto: Divulgação/ Intel

Além do Core i9 9900K, outra opção é o Core i9 10900K, de décima geração da Intel. A marca chega a classificar o processador como “a CPU gamer mais rápida do mundo“. Em testes, a promessa se cumpre, já que o componente supera o Ryzen 9 pelo mesmo conjunto de fatores que explicam os resultados do Core i9 de nona geração.

Nada disso contra-indica o Ryzen 9 3900X para games, apenas fortalece a proposta do top de linha como uma alternativa melhor para quem pretende montar um sistema dedicado a trabalhos mais pesados, como edição de imagens, vídeos ou até mesmo modelagem 3D.

Consumo

Ryzen 9 3900X tem TDP de 105 Watts — Foto: Divulgação/AMD

Ryzen 9 3900X tem TDP de 105 Watts — Foto: Divulgação/AMD

A AMD afirma que o Ryzen 9 3900X tem uma TDP de 105 Watts quando submetido a alta demanda. Esse valor reflete a quantidade de calor que o processador vai liberar nessas situações e, ainda que não seja um valor absoluto de consumo, dá uma ideia de quanta energia a CPU precisa. Os 105 Watts são um valor relativamente alto para o processador, e devem exigir um sistema de refrigeração mais robusto.

O chip da AMD é vendido com o cooler Wraith Prism, oficial da marca, e que deve ser suficiente para dar conta das necessidades do processador em suas configurações padrão. Quem for atrás de overclock pode precisar investir em ventoinhas mais poderosas.

Placa-mãe

Processadores de terceira geração usam soquete AM4, mas podem precisar de atualização de BIOS para rodar em algumas placas — Foto: Divulgação/AMD

Processadores de terceira geração usam soquete AM4, mas podem precisar de atualização de BIOS para rodar em algumas placas — Foto: Divulgação/AMD

Assim como outros chips Ryzen, o modelo é equipado com soquete AM4. Mas vale ressaltar que isso não significa que todas as placas AM4 funcionam normalmente com o chip: em alguns casos, o suporte pode depender de atualização da BIOS. Também é recomendado o uso de placas com chipset X570 da AMD porque a plataforma, mais recente, dá ao processador acesso a recursos como o PCle para placas gráficas e SSDs.

De qualquer forma, o chipset X570 é um modelo top de linha e aparece apenas em placas mais caras para CPUs AMD. Seus preços variam na faixa dos R$ 1,5 mil. Quem quiser abrir mão das novas tecnologias pode ir em busca de modelos mais em conta, como as opções com chipset B450, também compatíveis e à venda por cerca de R$ 650 no mercado brasileiro.

Concorrentes

Na mesma pegada top de linha, o Ryzen 9 3900X é comparável aos Core i9 9900K e i9 10900K, de nona e décima geração, respectivamente. Em relação aos preços o modelo da AMD está à venda por R$ 3.629, enquanto o Core i9 9900K aparece por a partir de R$ 3.499.

Linha i9 de nona e décima geração rivaliza diretamente com o Ryzen 9 — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

Linha i9 de nona e décima geração rivaliza diretamente com o Ryzen 9 — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

Já o Core i9 10900K, ainda é difícil de encontrar no Brasil, mas foi lançado por US$ 488, aproximadamente R$ 2.636 na cotação atual, sem impostos. Uma opção que pode ser interessante e tem desempenho mais próximo ao chip de décima geração da Intel é o Core i7 10700K, disponível para comprar por, pelo menos, R$ 2.824.

Custo-benefício

O Ryzen 9 3900X é um processador top de linha, e promete não decepcionar: são 12 cores, velocidades altas, suporte a overclock e resultados relevantes em benchmarks. Além disso, o produto pode encaixar normalmente em uma placa com soquete AM4, algo que facilita o upgrade para quem já conta com um chip AMD. Mas, caso a ideia seja comprar uma nova ou montar um PC do zero, vale buscar por opções com suporte ao PCIe 4.0, tecnologia que ainda não chegou às CPUs Intel mais recentes.

O grande ponto positivo do Ryzen 9 é o desempenho em produtividade, sobretudo para utilizar aplicações que aproveitem os 12 núcleos e 24 threads do processador. Dessa forma, o componente pode agilizar fluxos de trabalho e se sobressair nesses cenários. Apesar disso, é importante ter em mente o tipo de uso desejado. Chips como o Core i9 10900K, chamado de “melhor processador do mundo para jogos”, e seu antecessor devem mesmo ter melhor rendimento ao rodar games.

Como se manter atualizado no mercado de TI

A área de tecnologia da informação evolui muito rápido e os profissionais de TI precisam estar atentos às novidades. Internet das Coisas (IoT), Big Data e Cloud Computing são exemplos de inovações que despontaram nas últimas décadas e são muito comuns hoje em dia. Como elas estão em constante desenvolvimento, cursos, certificações, mentoria e networking devem fazer parte da rotina de quem quer se manter atualizado. Veja, a seguir, cinco dicas para não perder nenhuma evolução do mercado de TI.

O Dell Expert Network é um programa de relacionamento feito para profissionais de TI que possui uma ferramenta exclusiva e gratuita de treinamentos sobre soluções de tecnologia para participantes do programa, com possibilidade de certificação. Se você é um profissional de TI e quer ajuda da Dell para desenhar projetos de soluções para os seus clientes, ligue 0800 701 1293 ou acesse www.programaexpertnetwork.com.br.

Veja dicas para ser um profissional de TI atualizado — Foto: Pexels/Pixabay

1. Fazer parte de uma rede

Ter conhecimento técnico e um excelente currículo nem sempre é suficiente para conseguir um bom emprego. Por isso, tanto profissionais autônomos quanto aqueles que trabalham vinculados a uma empresa precisam investir em networking. Mantenha um bom relacionamento com colegas de profissão e clientes. Quando souber de alguma oportunidade de trabalho, compartilhe ou indique profissionais de confiança e que tenham o perfil adequado.

Além disso, grupos do Facebook e Telegram, por exemplo, são uma ferramenta útil para acompanhar as tendências do mercado. Os fóruns de discussão também são uma opção para tirar dúvidas e trocar experiências. Lembre-se de também contribuir com sua rede divulgando seu trabalho e compartilhando seus conhecimentos.

Utilize redes sociais para divulgar seu trabalho e criar um bom relacionamento com outros profissionais — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

Utilize redes sociais para divulgar seu trabalho e criar um bom relacionamento com outros profissionais.

2. Seguir influenciadores

Acompanhe as redes sociais de pessoas influentes no mercado que possam contribuir com o seu desenvolvimento. Em geral, os influenciadores compartilham informações sobre lançamentos, tecnologias de ponta, boas práticas adotadas por grandes empresas etc.Escolha profissionais com quem você se identifica e demonstre admiração pelo seu trabalho — mas sempre mantenha uma postura profissional na abordagem. O LinkedIn é uma ferramenta importante para se conectar com os influenciadores. Você pode usar a plataforma para solicitar recomendações de competências, seguir empresas de seu interesse, participar de cursos e consumir artigos relevantes para sua área de atuação.

Procure também canais no YouTube que falem sobre assuntos do seu interesse, assim você se mantém atualizado e ainda assiste a conteúdos de qualidade gratuitamente. Outra dica é seguir essas pessoas no Twitter. Uma das principais vantagens do microblog é que a velocidade da informação é quase em tempo real, isso permite acompanhar as novidades de maneira mais rápida.

3. Participar de eventos

Eventos de tecnologia são uma ótima oportunidade para profissionais e estudantes conhecerem tendências, lançamentos e ainda fazer networking. Se você quer ficar antenado ao mercado é preciso se preparar para participar de eventos ao longo do ano. Webinars, simpósios, congressos e palestras são apenas alguns exemplos. Existem opções de eventos pagos, gratuitos, presenciais ou virtuais. Uma das vantagens desses eventos é que os participantes conseguem ter mais insights após ter contato com novas maneiras de pensar e de conduzir processos. Além disso, é possível ter uma perspectiva mais clara do mercado e das transformações que estão a caminho.

Participar de eventos da área faz com que você tenha uma visão mais clara do mercado e fique por dentro das novidades — Foto: Reprodução/Getty Images

Participar de eventos da área faz com que você tenha uma visão mais clara do mercado e fique por dentro das novidades — Foto: Reprodução/Getty Images

Participar de hackathons é uma maneira de se manter atualizado e ainda exercitar seus conhecimentos. Esses eventos reúnem desenvolvedores, estudantes, designers, programadores e profissionais ligados ao desenvolvimento de softwares em maratonas de trabalho. O objetivo é criar soluções e inovações tecnológicas para resolver um determinado “problema”. Vale ressaltar que apesar de maioria dos hackathons serem presenciais é possível encontrar eventos online também.

4. Contar com um parceiro de TI

Uma opção interessante para profissionais autônomos é encontrar um parceiro de TI. Os programas de parceria são voltados para profissionais que fazem consultoria para outras empresas. Ao escolher um parceiro de TI o profissional, além de ter acesso às soluções tecnológicas daquela empresa, passa a contar com o apoio dela na sua rotina de trabalho. Muitas oferecem cursos online, treinamentos, certificações e ainda disponibilizam um canal de atendimento exclusivo para os participantes do programa.

5. Estudar muito

Para ter uma carreira de sucesso em qualquer área, é preciso se dedicar aos estudos. Por isso, invista em cursos, especializações, sejam eles pagos ou gratuitos, presenciais ou online. Diversas plataformas e sites especializados oferecem cursos de desenvolvimento de aplicativos, software e gestão de TI a distância e sem custos. Outra opção, mais econômica, é participar de projetos open source (de código aberto) para colocar em prática seus conhecimentos e interagir com outros profissionais.

Invista em cursos e certificações — Foto: Divulgação/Dell

Invista em cursos e certificações — Foto: Divulgação/Dell

Por fim, como na área de TI há muitos profissionais autodidatas, uma maneira de provar conhecimentos técnicos e práticos é investir em certificações — profissionais formados também podem usar esse recurso. Companhias internacionais como a CiscoOracle e Microsoft, por exemplo, oferecem cursos sobre suas plataformas. Os alunos são capacitados e submetidos a provas aplicadas por instituições de ensino nacionais credenciadas. O ideal é escolher certificações compatíveis com a sua área de atuação.

O setor de TI oferece inúmeras possibilidades, por isso, estabeleça metas profissionais e concentre seus esforços na área que pretende seguir. Dessa maneira, você se mantém atualizado e tem mais chances de se destacar no mercado de trabalho.