Apple deve oferecer combo de serviços junto com o iPhone 12

Apple planeja lançar um combo de serviços junto com a chegada do iPhone 12 e do iOS 14. A informação antecipada pela agência Bloomberg afirma que o pacote deve incluir assinaturas do Apple MusicApple TV PlusApple Arcade, Apple News Plus e armazenamento do iCloud agrupadas em um conjunto intitulado de “Apple One”. Ou seja, agregaria músicas, programas de TV, jogos e notícias.

Rumores também dão conta de que a empresa quer lançar um novo serviço de assinatura voltado para a realização de exercícios físicos que deve receber a alcunha “Seymour”. A expectativa é que a novidade seja apresentada no evento de lançamento do sucessor do iPhone 11 e do novo sistema, previsto para acontecer na segunda semana de outubro.

Apple planeja lançar pacote de assinaturas junto do iPhone 12 — Foto: Reprodução/Apple Insider

A proposta atende ao pedido de investidores da Apple. O combo deve rivalizar com o Amazon Prime, que reúne serviço de frete grátis, streaming de vídeosmúsicas e aluguel de e-books.

A Apple quer oferecer o pacote de serviços no esquema de planos. A empresa estuda uma assinatura mais básica apenas com o Apple Music e o Apple TV Plus. Outro pacote ofereceria esses dois serviços mais o Apple Arcade, que é a plataforma de jogos da empresa. Já o plano mais caro traria todas essas assinaturas junto do Apple News Plus e uma das opções de armazenamento do iCloud.

Apple pode lançar versão mais básica com Apple Music e Apple TV Plus — Foto: Maria Clara Pestre/TechTudo

Além disso, a fabricante também quer lançar um novo serviço de assinatura que reúne videos fitness e dicas de exercícios. Ele deve se chamar “Seymour”, mas não ainda não foi divulgado se ele fará parte do pacote de assinaturas.

A empresa espera fidelizar o público que já utiliza algum dos serviços, bem como trazer novos usuários para aumentar a receita das assinaturas. O segmento de serviços da fabricante já movimenta US$ 50 bilhões por ano (cerca de R$ 271 bilhões).

Patente da Apple indica AirPods mais ‘inteligentes’ no futuro; entenda

Apple pode trazer uma novidade importante em futuros AirPods. De acordo com uma patente registrada pela maçã nos Estados Unidos, a fabricante estuda utilizar um sistema para regular o cancelamento de ruído de acordo com a posição do usuário no espaço. Atualmente, é possível escolher ouvir ou não o som ambiente, mas de forma manual. A ideia é automatizar esse processo para evitar o isolamento completo em situações de risco, como ao andar de bicicleta e caminhar em uma rua movimentada, por exemplo.

Apesar de oficializar a proposta, é importante ter em mente que o registro não garante que a Apple vá de fato incluir a tecnologia em seus fones. Vale lembrar que um recurso parecido pode ser encontrado nos headphones top de linha da Sony, caso do WH-1000XM4 que chegou recentemente ao Brasil.

Nova geração dos AirPods poderia trazer tecnologia que ajusta o som para não isolar o usuário em ambientes de risco — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Nova geração dos AirPods poderia trazer tecnologia que ajusta o som para não isolar o usuário em ambientes de risco — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Os fones equipados com a tecnologia teriam a capacidade de reconhecer a situação por meio de outros elementos, como a posição do celular via GPS e o app de ciclismo utilizado, por exemplo, suficiente para entender que o usuário está na rua, pedalando e ouvindo música. Nesse caso, a entrada de som ambiente e o volume da reprodução seriam ajustados para manter a concentração do ciclista na atividade.

Quer um fone com cancelamento de ruído? Veja o que achamos do Beats Studio3 Wireless:

Fone de ouvido da Beats vale a pena? Analisamos o modelo top de linha

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Outra aplicação curiosa da ideia seria durante exercícios de yoga. A posição dos fones poderia servir de referência na prática de exercícios, indicando a posição ideal do corpo do usuário durante as rotinas.

Um ponto que reforça a possível chegada aos acessórios da maçã é um recurso que já está presente nos AirPods: a detecção de ouvido. Os earbuds percebem quando estão no ouvido do usuário, pausando a reprodução ao serem retirados. A descrição de como esse comportamento é implementado faz parte da patente registrada pela Apple.

Ilustração da Apple, presente na documentação, descreve a tecnologia em ação usando um ciclista como exemplo — Foto: Reprodução/USPTO

Código de erro 39 no Valorant: entenda o que causa e como resolver

O código de erro 39 no Valorant aparece para jogadores em alguns casos. O fps 5v5 tático da Riot Games recebeu seu segundo ato no começo de agosto. A atualização trouxe skins inéditas, a personagem Killjoy, um novo passe de batalha e o modo Free-for-All Deathmatch. Porém, devido ao tamanho do update, os servidores ficaram inativos por um período e os usuários que tentavam iniciar partidas ou logar no cliente recebiam uma mensagem do código de erro 39. Veja, no tutorial a seguir, o que significa e como resolver o código de erro 39 no Valorant.

Valorant já está disponível de graça para computadores. — Foto: Divulgação/Riot Games

Valorant já está disponível de graça para computadores. — Foto: Divulgação/Riot Games

O que é o erro 39?

Esse código de erro está relacionado a problemas de conexão com os servidores do game. Nesse caso, alguns jogadores não conseguem entrar em partida e outros são impedidos até mesmo de realizar o login. Geralmente, essa falha ocorre quando há atualizações para serem realizadas no jogo, como aconteceu recentemente com a chegada do Ato II. Nesses casos, não há muito a ser feito, ou seja, os players devem esperar o período de inatividade dos servidores acabar.

Como resolver?

Como dito anteriormente, não há uma solução para o caso, uma vez que existem problemas nos servidores do jogo. Nesse caso, é necessário esperar o tempo de inatividade, que varia de acordo com a sua localização. Porém, o player pode analisar os status dos servidores da Riot no seu local ao acessar o site da desenvolvedora. Saiba como realizar a operação:

Passo 1. Faça login na sua conta Riot (https://auth.riotgames.com/login);

Faça login na sua conta Riot para acessar o suporte da desenvolvedora  — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Passo 2. Uma vez logado, acesse a página de suporte do jogo. Basta clicar em “Suporte” no menu superior e, em seguida, selecionar “Suporte” novamente. Observe a imagem abaixo:

Acesse a página do suporte do jogo — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Acesse a página do suporte do jogo — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Passo 3. Ao realizar os passos da etapa anterior, você será redirecionado para essa página. Feito isso, acesse a opção “Status do servidor”, localizada no menu superior, para prosseguir;

Acesse "Status do Servidor" para analisar os problemas pendentes nos servidores — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Acesse “Status do Servidor” para analisar os problemas pendentes nos servidores — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Passo 4. Na sua tela estarão expostas mensagens dos jogos da Riot no geral. Porém, também é possível selecionar qual game você gostaria de analisar o status dos servidores. Basta escolher um deles para se direcionar a outra página;

Selecione o jogo que deseja receber informações sobre os servidores — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Selecione o jogo que deseja receber informações sobre os servidores — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Passo 5. Ao selecionar um jogo, nesse caso Valorant, você será redirecionado a uma página como a do exemplo da imagem abaixo. Escolha o idioma de sua preferência e a região onde o seu servidor está localizado. Por fim, você pode analisar as “Mensagens atuais” ou “Fechadas recentemente”, como no modelo a seguir;

As informações dos servidores ficarão expostas como na imagem acima — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Passo 6. Além da possibilidade de olhar os problemas atuais dos servidores na sua região, a página de suporte do Valorant também permite que você conheça os erros mais comuns do jogo. Basta acessar (https://support-valorant.riotgames.com/hc/pt-br/articles/360045619633-C%C3%B3digos-de-erro-em-VALORANT) e procurar pela falha na lista;

Lista reúne principais erros de Valorant em um só lugar  — Foto: Reprodução/Marcelo Villela

Acer anuncia novos Nitro 5 e Aspire 3 com chips AMD Ryzen no Brasil

Acer Nitro 5 e Acer Aspire 3 ganharam novas versões no mercado brasileiro. Os notebooks da fabricante foram atualizados em parceria com a AMD, trazendo chips Ryzen e prometendo bom desempenho tanto para jogar quanto para usar no dia a dia. O laptop gamer tem preço sugerido pela Acer a partir de R$ 5.299, e vem equipado com processadores Ryzen 5 ou 7 da série H e placa de vídeo GTX 1650 da Nvidia, com 4 GB de memória dedicada. Já o Aspire, que chega às lojas por a partir de R$ 3.099, tem ainda a opção de CPU Ryzen 3, além de contar com a solução gráfica Radeon 540X da marca.

Acer anuncia novos Aspire 3 e Nitro 5 no Brasil com fabricação nacional — Foto: Divulgação/Acer

Acer anuncia novos Aspire 3 e Nitro 5 no Brasil com fabricação nacional — Foto: Divulgação/Acer

Acer Nitro 5

O computador gamer da marca tem fabricação nacional e chega com novo design, com destaque para as bordas mais finas. A tela de 15,6 polegadas e resolução Full HD conta com tecnologia IPS, prometendo boa qualidade de imagem e fácil visualização de qualquer ângulo. Já a taxa de atualização do display fica em 60 Hz, o que pode ser pouco para jogos competitivos, por exemplo. A Acer promete ainda um sistema de resfriamento cerca de 10% melhor em relação à geração anterior do Nitro 5, o que deve contribuir para a autonomia de bateria, com previsão de durar cerca de 6 horas em uso médio.

Deixando para trás os chips Intel, o modelo chega com processadores Ryzen 5 3550H ou Ryzen 7 3750H, ambos prometendo maior performance sobretudo para rodar jogos. Os chips têm reforço da placa de vídeo GTX 1650 da Nvidia, que vem equipada com 4 GB de VRAM para trabalhar os gráficos. Em relação à memória RAM, são 8 GB de fábrica, mas a marca fala em expansão para até 32 GB. O armazenamento, por sua vez, é híbrido, trazendo HD tradicional com 1 TB e opções de 128 GB ou 256 GB em SSD, que deve dar maior fluidez ao sistema Windows 10.

Acer Nitro 5 ganha atualização com chips Ryzen 5 ou 7 de série H; notebook tem fabricação nacional — Foto: Divulgação/Acer

Acer Aspire 3

Já o modelo da marca voltado para produtividade chega às lojas com valor sugerido de R$ 3.099, sendo equipado com processadores Ryzen 3, 5 ou 7 3700U, a depender da escolha do usuário. O computador traz ainda placa de vídeo Radeon 540X, também da AMD, opções de 8 GB de RAM (com slot livre para upgrade até 32 GB) e armazenamento de 256 GB ou 512 GB em SSD.

O design do modelo, segundo a fabricante, traz características comuns em modelos premium do mercado, diminuindo a espessura em relação às gerações anteriores e contando com bordas mais finas na tela. O display tem resolução HD e é outro que traz tecnologia IPS para melhorar a visualização de diferentes ângulos. Quanto à bateria do produto, a Acer fala em cerca de 9 horas de uso, ressaltando que essa estimativa depende bastante do tipo de uso.

Aspire 3 chega com Ryzen 7 3700U na opção mais robusta; modelo promete até 9 horas de autonomia — Foto: Divulgação/Acer

Novos monitores

A Acer também aproveitou o anúncio dos notebooks para revelar novos monitores no mercado nacional. O CB242Y, por exemplo, tem display Full HD de 24 polegadas, trazendo tecnologias IPS e FreeSync, sendo interessante para jogar. A fabricante fala ainda em 75 Hz de atualização, bordas finas e 1 ms de tempo de resposta, além de boas opções de ajuste nos eixos vertical e horizontal.

Outros dois monitores gamer também foram apresentados: XV280K e KG271-P. Os dois têm resolução 4K e tecnologia IPS na tela, prometendo boa visualização de qualquer ângulo. O primeiro tem tela de 28 polegadas e é sugerido pela empresa tanto para jogar quanto para trabalhos de edição, prometendo boa saturação de cores. Seu preço no Brasil começa em R$ 3.299, de acordo com a loja oficial da Acer.

Acer KG271-P é monitor gamer que deve agradar bastante com atualização de 165 Hz e 0,7 ms — Foto: Divulgação/Acer

Já o segundo tem uma pegada mais voltada para usuários gamer, contando com atualização de 165 Hz e tempo de resposta de 0,7 ms. Além disso, o monitor tem 27 polegadas e permite inclinar em até 15º, um ajuste a mais que deve permitir maior conforto na hora de jogar. No site da fabricante, o produto aparece por valores que começam em R$ 2.199. Vale ressaltar que ambos oferecem FreeSync, que evita atrasos em relação aos comandos da placa de vídeo.

Xiaomi lança smartwatch infantil com bateria para até 7 dias

Xiaomi lançou um novo smartwatch destinado ao público infantil com a promessa de bateria de longa duração. O MiTu Kids Watch 4X pode ficar até sete dias sem receber carga, de acordo com a fabricante. O dispositivo chegou ao mercado chinês pelo preço de 549 yuans, cerca de R$ 430 no câmbio atual, sendo uma opção mais barata para o Mi Bunny Children’s Watch 4.

O modelo apresenta ainda câmera dupla, suporte à tecnologia VoLTEGPS e recursos de vigilância que permitem aos pais se comunicar e saber a localização exata dos filhos, podendo até mesmo visualizar a criança e seus arredores.

Bateria do MiTu Kids Watch 4X pode durar até 7 dias — Foto: Divulgação/Xiaomi

O MiTu Kids Watch 4X conta com tela quadrada de 1,52 polegada protegida com Gorilla Glass 3 e revestida em material que repele óleo para evitar manchas. O wearable é fabricado em silicone e está disponível nas cores azul e rosa.

Por se tratar de um smartwatch infantil, o dispositivo traz recursos para o controle dos pais. O relógio inclui GPS para rastrear a localização do usuário por meio de smartphones com Android4.2 ou superior e iOS 9 ou superior. O relógio conta ainda com uma câmera frontal de 2 MP para chamadas de vídeo e um segundo sensor de 5 MP na lateral para capturar imagens do ambiente.

O MiTu Kids Watch 4X tem suporte à tecnologia VoLTE para realizar chamadas de voz em HD nas redes 4G em mais de 200 países e nas principais operadoras da China. Ele é resistente à água em profundidades de até 20 metros e apresenta bateria de 830 mAh que promete autonomia de até sete dias.

Xiaomi cria luva de dedo que evita problemas com o celular

A Xiaomi informou que irá incluir luvas de dedo na linha de periféricos para jogos da categoria Black Shark, celulares gamers da marca. O item, que é utilizado para melhorar a experiência de jogar no smartphone, agora será um complemento inusitado que vai integrar o segmento da fabricante. O modelo será feito nas cores cinza escuro e verde neon. Ele também contará com o emblema da gigante chinesa.

O anúncio foi feito no último dia 7 e as luvas chegam em 11 de agosto ao mercado chinês pelo preço de 29 yuans, o que dá R$ 22 em conversão direta. Não há informações sobre o lançamento no Brasil.

Xiaomi lança luva de dedo para gamers — Foto: Reprodução/GizmoChina

Luvas de dedo já são utilizadas por gamers por ajudarem na sensibilidade do toque na tela. O produto é utilizado principalmente em jogos que demandam mais tempo, o que pode gerar situações em que o dedo transpira ou até mesmo gruda no painel. Esses empecilhos dificultam tanto o deslize, quanto as demais ações que precisam de uma boa sensibilidade para gerar resposta rápida.

O apetrecho costuma ser feito com materiais como nylon e fibra condutora, de modo a permitir o ajuste a vários tamanhos de dedo. O produto da Xiaomi é descrito como fino, medindo 0,25 mm e composto por carbono, para possibilitar que o toque na tela seja detectado, além de tecido elástico e algodão.

Os detalhes divulgados em notas oficiais indicam que as luvas foram costuradas utilizando vários métodos de tricô associados a outros processos tecnológicos. Ainda há a recomendação para manter o objeto longe de superfícies pontiagudas.

Para além de evitar que a transpiração atrapalhe o jogo, as luvas podem substituir técnicas que causam danos no celular, como aplicar talco sobre a tela para diminuir o efeito das mãos suadas.

Deixe o Bluetooth do celular ligado. Ele pode salvar vidas.

Sistema de rastreio de contágio requer comunicação sem fio. Aplicativo Coronavírus – SUS envia alertas desde a semana passada.

Deixe o Bluetooth do celular ligado. Ele pode salvar vidas.

Se você faz parte daquele grupo de pessoas que deixa o Bluetooth desligado no celular, hoje eu trago uma má e uma boa notícia. Comecemos pela má: você deveria deixá-lo ativo, ainda que impacte a bateria do seu aparelho. A boa é que isto pode te ajudar a saber se esteve perto do novo coronavírus. Tem tudo para ser um pequeno gesto diante do bem coletivo.

Explico. O Governo Federal adotou na semana passada uma tecnologia que emite alertas sobre Covid-19. Ela foi desenvolvida a partir de uma parceria inédita entre Apple e Google, de modo que engloba donos de Android e de iPhone. Praticamente todo mundo pode participar e receber os avisos.

App Coronavírus - SUS pergunta se usuário quer saber se teve contato com Covid-19 — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Para tanto, é necessário instalar o aplicativo gratuito Coronavírus – SUS, que está na App Store e na Google Play Store. O chip Bluetooth de cada celular com o app passa a emitir uma espécie de chave de tempos em tempos. Também recebe outros sinais, e assim sabe os demais aparelhos próximos.

A pessoa que testou positivo para a doença pode adicionar esta informação ao app. O Ministério da Saúde valida o dado para descartar informações falsas. Em seguida, dispara o alerta para os demais smartphones. As pessoas em risco recebem orientações de saúde, como buscar um médico ou se isolar.

Todo este mecanismo depende do Bluetooth. O protocolo de transmissão sem fio existe há décadas, tal qual o Wi-Fi. A ideia é possibilitar a comunicação entre equipamentos fisicamente próximos.

App Coronavírus - SUS informa que o rastreio de exposição requer a ativação do Bluetooth — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

O interessante é observar que existe uma forma de Bluetooth que quase não gasta energia. O chamado Bluetooth Low Energy (“baixa energia” em tradução livre, também apelidado pela sigla BLE) marca presença em muitos telefones e estará em 90% dos dispositivos eletrônicos com Bluetooth até 2023, segundo o Bluetooth SIG, consórcio que representa o setor.

O BLE transmite pacotes de dados extremamente pequenos. Ele foi concebido para detectar a presença de dispositivos e para exibir mensagens publicitárias numa determinada região da cidade. O segundo uso não pegou, mas o primeiro tem tudo para sofrer uma reviravolta neste período de pandemia.

Os protocolos do Bluetooth e do BLE são diferentes, mas podem coexistir num mesmo aparelho. No mundo ideal, os usuários de smartphone poderiam deixar ligada só a versão de baixa energia caso quisessem usar o Coronavírus – SUS. No entanto, hoje em dia não é possível fazer um ajuste tão granular: ou ativa tudo, ou desativa tudo.Celulares, tablets e PCs com Bluetooth no mundo100% dos aparelhos vendidos globalmente contam com a tecnologia sem fioBilhões de unidades1,971,972,012,012,052,052,082,082,12,120182019 (projeção)2020 (projeção)2021 (projeção)2022 (projeção)00,511,522,5Fonte: ABI Research

Sabe quais são os demais usos? Apps de transporte público, monitores de pressão sanguínea e sensores industriais, entre outros fins. Alguns equipamentos podem ficar até cinco anos ligados com o BLE ativo, dependendo apenas de pequenas baterias. Imagine o seu glorioso smartphone, que provavelmente recebe uma nova carga a cada 24 horas.

Países como Alemanha e Uruguai estão testando o sistema de notificação criado pela aliança Apple/Google. Singapura saiu na frente ao desenvolver uma solução própria que atualmente está nos bolsos de 2,3 milhões de usuários. O resultado por lá é tido como um caso de sucesso no mundo.

Apple e Google se unem em iniciativa contra a propagação do coronavírus — Foto: Divulgação/Apple

Apple e Google se unem em iniciativa contra a propagação do coronavírus — Foto: Divulgação/Apple

O pedido aqui é muito simples: abra mão de um pouquinho da sua bateria em prol de alimentar um mecanismo nacional que pode te ajudar mais para frente. Tal qual o Waze e o trânsito, mas com um gasto energético infinitamente menor e com o objetivo de auxiliar na sua saúde, dos seus familiares e de todo mundo.

Sinceramente? Não me parece um grande sacrifício. Eu ativei a função.

Em tempo: alguns leitores levantaram dúvidas sobre privacidade. Apple e Google dizem que não é possível saber quem testou positivo. Dados como nome ou endereço não são levados em consideração. As empresas também não detectam a localização geográfica (GPS), então não dá para saber a movimentação do usuário. A notificação de exposição considera somente as chaves trocadas entre aparelhos.

5 desafios para a segurança digital no home office

Com o avanço do trabalho remoto, empresas e colaboradores precisam tomar cuidado com o compartilhamento de dados corporativos

A segurança digital é estratégica para qualquer empresa, de qualquer porte e setor. Equipes formadas por colaboradores ou por times terceirizados dedicam seus dias a garantir que a transmissão de dados se dê de forma a assegurar a privacidade das corporações.

Mas e quando boa parte da força de trabalho migra para o home office, sem aviso prévio? Como garantir que computadores e conexões de internet residenciais mantenham os mesmos padrões de segurança?

O instituto Gartner de pesquisas entrevistou 145 líderes de compliance no mês de abril e concluiu que os riscos de cibersegurança são a maior preocupação em tempos de pandemia e isolamento social: 52% dos entrevistados apontam ainda que este é o grande desafio do momento.

Entenda os desafios para segurança com o home office e como superá-los — Foto: Divulgação/Dell

Entenda os desafios para segurança com o home office e como superá-los — Foto: Divulgação/Dell

Diferentes organizações, inclusive a Organização Mundial da Saúde, sofreram um aumento exponencial no número de ataques digitais desde o início da crise. Enquanto isso, um relatório feito pela Westlands Advisory prevê um crescimento anual médio do investimento em cibersegurança, entre as empresas, de 6,2% de 2020 a 2023.

“Estamos hoje em um momento único referente ao trabalho a distância. O trabalho durante a quarentena tem peculiaridades diferentes do home office tradicional e isso pode gerar uma série de riscos à segurança da informação. Além de as pessoas precisarem conciliar as rotinas profissionais com novas tarefas diárias, muitas vezes é necessário dividir o espaço com outros membros da família e fazer as atividades de locais sem os recursos adequados, como internet de alta velocidade, novas ferramentas e aplicações, conexões seguras e ambientes planejados. Esse cenário gera estresse e diversas distrações, que podem levar a decisões equivocadas no dia a dia, aumentando muito o risco com segurança da informação”, completa Emerson Machado, especialista em segurança de endpoint para América Latina da Dell Technologies.

Confira cinco desafios para a segurança digital no trabalho remoto e as maneiras de superá-los com o apoio das soluções de tecnologia e o atendimento dedicado para consultores de TI participantes do Dell Expert Network.

1. Equipamentos inadequados

Desafio: muitos colaboradores começaram o trabalho em home office na base do improviso, com computadores e smartphones pessoais, que costumam ser mais expostos a ameaças.

Além da falta do ambiente controlado das empresas, que contam com servidores dedicados e diversos sistemas de segurança da informação, os equipamentos pessoais nem sempre possuem os recursos apropriados para evitar ameaças e vazamento de dados.

A solução: Dell dispõe de um amplo portfólio de computadores corporativos, incluindo as linhas VostroLatitude e Optiplex, que contam com recursos de produtividade e segurança desenvolvidos para atender às necessidades de empresas de todos os portes e perfis. As funcionalidades estão disponíveis nos mais diversos formatos de equipamentos, abrangendo desktops, notebooks com designs ultrafinos e leves, opções 2 em 1 para quem demanda versatilidade, entre outros.

“O portfólio de computadores corporativos da Dell é extenso para atender aos diversos perfis de uso e necessidade, já com uma camada de segurança intrínseca, como o recurso SafeBIOS, que protege contra ataques e adulteração ao BIOS dos endpoints de forma “off host”, trazendo atenção e conhecimento, permitindo que esse tipo de ataque de baixo nível seja rapidamente mitigado”, explica Machado.

2. Conexões inseguras

Desafio: em geral, conexões de internet residenciais são menos seguras do que as corporativas. Ao acessar e-mails corporativos, por exemplo, o colaborador pode acabar expondo dados da empresa.

A solução: utilizar uma rede virtual particular (VPN) e também acessos seguros é crucial para estabelecer conexões seguras, na medida em que essa tecnologia cria uma conexão protegida por meio de uma rede não segura. O aplicativo de proxy de VPN do McAfee Safe Connect oferece criptografia semelhante à disponibilizada por bancos, navegação privada e segurança na internet para ajudar a manter a conectividade segura.

Também é importante manter as soluções de segurança atualizadas em todos os seus dispositivos. Assim, o usuário evita malwares, ataques de phishing e outras ameaças e conta com suporte para identificar sites maliciosos durante a navegação.

3. Senhas fracas

Desafio: diante da grande quantidade de aplicativos e sites, privados e profissionais, que exigem o uso de senhas, é comum que os colaboradores utilizem sempre as mesmas e que elas sejam fáceis de memorizar – logo, pouco seguras.

A solução: é crucial orientar os colaboradores sobre o uso de senhas complexas e que sejam constantemente atualizadas. Para resolver a dificuldade em memorizar esses códigos, basta utilizar um gerenciador de senhas, ou uma solução de segurança que inclua esse serviço. As assinaturas de McAfee Small Business Security (conhecidas como antivírus) também possuem gerenciador: cria senhas criptografando-as e as armazena.

“É fundamental que elas sejam fortes e, principalmente, guardá-las em locais seguros, como os chamados cofres de senhas. É essencial também que elas sejam constantemente atualizadas. Para o mercado corporativo, por exemplo, recomenda-se essa troca, no mínimo, de três em três meses. A linha corporativa da Dell conta com o SafeID, um chip exclusivo que armazena as credenciais mantendo-as longe dos invasores”, explica o executivo da Dell Technologies.

4. Antivírus desatualizados

Desafio: em equipamentos não corporativos, nem todas as pessoas investem em cibersegurança, o que abre grandes brechas para ataques – muitos deles vêm por e-mails com anexos ou links suspeitos.

A solução: além de manter todas as soluções de segurança atualizadas, é importante que as empresas ofereçam treinamentos constantes para informar a todos os funcionários e colaboradores sobre os riscos de clicar em arquivos e links que chegam por e-mail e, se possível, neste momento de pandemia, estender esses treinamentos para os familiares.

“Atualmente, por conta da pandemia, uma enorme quantidade de conteúdo sobre a Covid-19 está circulando na internet, e-mails e aplicativos. Com isso, os cibercriminosos aproveitam esse momento para compartilhar mensagens com links maliciosos, voltados a roubar dados e informações confidenciais. O famoso phishing. Aqui, é importante que as empresas ofereçam treinamentos constantes de conduta e, até mesmo, testem o conhecimento de seus colaboradores com e-mails phishing”, reforça Machado.

A Dell oferece um amplo portfólio de serviços, como o Premium Support e o ProSupport, que atendem empresas 24 horas por dia, todos os dias, com cobertura de software. O usuário também é conectado diretamente aos técnicos da Dell, que poderão realizar reparos e manutenções de hardware, além de detectar e resolver problemas de softwares na máquina.

5. Projetos de TI inadequados

Desafio: mesmo dentro das corporações, acontece de o investimento em TI não levar em consideração a grande importância da segurança digital em todas as camadas de utilização de tecnologia. “Para ajudar as empresas nesse processo de transformação digital, é muito importante contar com o suporte de profissionais de TI, que serão os responsáveis por avaliar a utilização das melhores práticas de gestão de TI e, se necessário, auxiliar a implementá-las”, afirma Luciane Dalmolin, diretora para pequenas empresas da Dell Technologies no Brasil.

A solução: a Dell mantém um programa de relacionamento dedicado a profissionais de TI que atuam junto a pequenas e médias empresas, o Dell Expert Network. Trata-se de uma iniciativa que oferece, entre outros benefícios, atendimento dedicado de um gerente da Dell e especialistas técnicos para auxiliar esses profissionais autônomos no desenho de projetos de tecnologia para seus clientes.

O que é chip UWB: entenda a nova aposta da Apple e Samsung

Samsung anunciou nesta quarta-feira (5) o Galaxy Note 20 com a novidade do sensor Ultra Wideband (UWB). O chip trabalha com uma tecnologia de banda ultralarga que permite a comunicação sem fio com maior precisão e maior rapidez entre os dispositivos. O recurso funciona de forma semelhante ao Bluetooth ou Wi-Fi, mas a largura de banda é mais alta e tem alcance mais curto.

O UWB também está presente no iPhone 11 (Apple) por meio do chip U1, bem como na versão 5G do Galaxy S20 para conexão às redes milimétricas de quinta geração.

Galaxy Note 20 chegou com tecnologia UWB — Foto: Reprodução/Samsung

Galaxy Note 20 chegou com tecnologia UWB — Foto: Reprodução/Samsung

O que é UWB?

A sigla UWB se refere à tecnologia Ultra Wideband (banda ultralarga, em tradução livre) que emite ondas eletromagnéticas, como o Bluetooh e o Wi-Fi, mas opera em uma frequência mais alta. Devido à esta característica, ela permite que a transmissão de dados seja bem mais rápida e com maior capacidade, o que contribui para localização e comunicação de dispositivos de maneira mais precisa.

A tecnologia permite que as ondas eletromagnéticas façam um reconhecimento do ambiente em tempo real, identificando a localização exata dos aparelhos que possuem receptores UWB. Uma vez estabelecida a conexão, ela se mantém estável e permite a comunicação com menor tempo de resposta.

UWB funciona de forma semelhante ao Wi-FI — Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo

UWB funciona de forma semelhante ao Wi-FI — Foto: Nicolly

Como o sensor trabalha com largura de banda muito alta (500 MHz), ele não interfere em outros dispositivos que também utilizam radiofrequência.

Como a tecnologia funciona?

O chip UWB envia pulsos eletromagnéticos em um raio de dez metros de distância e identifica os dispositivos receptores em cerca de dois nanosegundos. Ele funciona basicamente como um radar, que escaneia um espaço e identifica os aparelhos com precisão, permitindo comunicação entre eles.

Como os receptores convertem as ondas eletromagnéticas recebidas em dados, o UWB é ideal para transmissão de arquivos grandes entre dispositivos. No entanto, a utilização possui limitação de espaço e não faz um bom trabalho em ambientes com muitas paredes, como o Wi-Fi faz. Porém, seu pequeno alcance aliado a uma alta frequência é o que permite uma conexão segura e sem riscos de sofrer interferência.

O sistema de reconhecimento espacial já vinha sendo utilizado nos smartphones por meio do Bluetooth e do Wi-Fi, mas a Apple foi a primeira fabricante de smartphones a incorporá-lo à tecnologia UWB com o iPhone 11, que aumenta a precisão, estabilidade e rapidez do sinal, bem como a capacidade de transmissão de dados.

iPhone 11 foi o primeiro celular a apresentar UWB — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

iPhone 11 foi o primeiro celular a apresentar UWB

A tecnologia permite um cálculo preciso entre aparelhos emissores e receptores. Quando estão próximos, eles começam a medir distância, definindo a localização exata e o tempo de ida e volta do sinal.

Apesar de a comunicação entre os dispositivos ficar restrita a dez metros de distância, o UWB pode ser utilizado como um radar para determinar a posição de aparelhos, ampliando a linha de visão para 200 metros.

História do UWB

Embora seu nome esteja comercialmente se tornando popular agora, a tecnologia UWB já existe há pelo menos 100 anos. A princípio, ela foi utilizada em rádios que se comunicavam em uma curta distância sem fio. Mas a partir de 1920, seu uso passou a ser restrito aos aplicativos militares de defesa que estabeleciam comunicação segura. Somente em 1992 foi que a comunidade científica começou a estudar a tecnologia para outros objetivos.

A partir disso, o UWB passou a ser utilizado em radares, eletrônicos comerciais, redes pessoais sem fio e até para localização de aparelhos médicos antes de chegar nos celulares.

Linha Galaxy S20 com 5G também conta com UWB para conectar às redes milimétricas — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

A primeira regulamentação do recurso aconteceu nos Estados Unidos em 2002. Nesta época foi definido o limite da frequência em que ele poderia operar. A baixa densidade do sinal foi estabelecida visando evitar interferência entre outras tecnologias sem fio existentes, mas isso também contribuiu para tornar o UWB mais preciso.

Devido à baixa potência, o sinal é muito difícil de detectar, o que permite uma comunicação segura. Essa configuração também exige menos energia elétrica, tornando-o econômico.

Aplicações do UWB

A tecnologia está sendo utilizado no iPhone 11 junto dos beacons, que são pequenos emissores de sinal alimentados por uma bateria e que podem ser incorporados em objetos. A Applechegou a patentear este recurso como iBeacon. Ele permite identificar a distância entre dois objetos até alguns centímetros, mas até agora não chegou ao público.

O UWB junto dos beacons podem ser instalados em um shopping ou aeroporto por meio de uma rede de sensores que vão monitorando o progresso de uma pessoa no ambiente, por exemplo. Desta forma, é possível fornecer instruções de destino para ela em tempo real. No caso de um shopping, a tecnologia poderia ainda indicar a localização de uma loja desejada e mapear o melhor caminho até lá.

O UWB pode ser utilizado também para transmissão de dados entre dispositivos, como é o caso do iPhone 11. A Apple prometeu que o AirDropreceberia uma atualização em que o usuário poderia identificar a posição precisa de outros dispositivos Apple e escolher para qual deles enviar particularmente, mas a função ainda não foi apresentada.

AirDrop pode ganhar nova função por conta do UWB — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

AirDrop pode ganhar nova função por conta do UWB

Caso a função seja anunciada, o AirDrop poderia informar que existe um iPhone atrás do usuário e outro à sua diagonal esquerda a um metro de distância. Além disso, o tráfego de dados seria mais rápido e mais estável, permitindo a transmissão de arquivos maiores.

O UWB também pode ser utilizado para destrancar um automóvel por meio de um dispositivo sem fio. A empresa da maçã chegou a implementar tecnologia semelhante com o Car Key, mas o recurso funciona com NFC. O mesmo poderia ocorrer em portões de casas, apartamentos e garagens, permitindo a liberação de acessos de forma remota. Também poderia permitir acessar uma conta bancária ao conectar com o caixa eletrônico, por exemplo.

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Por enquanto, apenas o iPhone 11, Galaxy S20 e Galaxy Note 20 possuem a tecnologia, mas a Samsung, XiaomiHuawei e outras fabricantes formaram um consórcio para construir dispositivos que se comuniquem com o UWB. O objetivo é implementá-lo primeiro em smartphones e depois criar um ecossistema de intercomunicação espacial padronizado de curta distância.

Apple atualiza iMac no Brasil com novos chips e preços até R$ 92 mil

Apple atualizou o iMac de 27 polegadas no Brasil, que chega sem redesign e com chips Core i5Core i7 e Core i9 de décima geração da Intel. O modelo está disponível para comprar na loja oficial da maçã por a partir de R$ 21.999, mas os preços podem chegar a até R$ 91.999 com as especificações mais robustas oferecidas. O computador traz ainda placas de vídeo Radeon Pro, da AMD, até 8 TB de armazenamento em SSD e memória RAM que pode chegar aos 128 GB em DDR4.

O iMac de 27 polegadas atualizado segue com o mesmo design anterior — Foto: Divulgação/Apple

O iMac de 27 polegadas atualizado segue com o mesmo design anterior — Foto: Divulgação/Apple

A fabricante oferece três versões pré-configuradas, sendo duas com chip Core i5 e outra com Core i7. Todas começam em 8 GB de RAM e contam com armazenamentos de 256 GB ou 512 GB em SSD. Em relação às placas de vídeo, os modelos trazem a Radeon Pro 5300 de 4 GB em GDDR6 ou a Radeon Pro 5500 XT de 8 GB dedicados. Na hora de comprar, o usuário ainda pode escolher um processador Core i9, SSD de até 8 TB e memória com até 128 GB, além das Radeon Pro 5700 e 5700 XT.

O produto não chega com redesign e mantém o perfil fino e os padrões de cores de versões anteriores. A tela Retina 5K, por sua vez, traz como novidade a opção de vidro nano-texture, que promete “reduzir o reflexo ao mínimo possível”. Para conectar periféricos, o iMac conta com duas portas Thunderbolt 3 e acompanha mouse, teclado e cabo Lightning para USB na caixa.

iMac de 27 polegadas pode ter até 8 TB em SSD e 128 GB de memória — Foto: Divulgação/Apple

iMac de 27 polegadas pode ter até 8 TB em SSD e 128 GB de memória — Foto: Divulgação/Apple

Nos Estados Unidos, o iMac de 21,5 polegadas também foi atualizado para receber os processadores mais recentes da Intel. Por enquanto, a loja brasileira mostra o modelo anterior, com chips de sétima e oitava gerações, e não há previsão para a chegada do upgrade por aqui, segundo a Apple.

Vale ressaltar que estes podem ser alguns dos últimos computadores da marca que saem de fábrica com processadores da Intel, uma vez que a própria empresa anunciou, durante a WWDC 2020, que está trabalhando na substituição dos chips por modelos de arquitetura ARM, com CPU desenvolvida em sua própria linha de produção. Essa troca deve acontecer de forma gradual até 2022, a começar pelos MacBooks, apontam rumores.