5 desafios para a segurança digital no home office

Com o avanço do trabalho remoto, empresas e colaboradores precisam tomar cuidado com o compartilhamento de dados corporativos

A segurança digital é estratégica para qualquer empresa, de qualquer porte e setor. Equipes formadas por colaboradores ou por times terceirizados dedicam seus dias a garantir que a transmissão de dados se dê de forma a assegurar a privacidade das corporações.

Mas e quando boa parte da força de trabalho migra para o home office, sem aviso prévio? Como garantir que computadores e conexões de internet residenciais mantenham os mesmos padrões de segurança?

O instituto Gartner de pesquisas entrevistou 145 líderes de compliance no mês de abril e concluiu que os riscos de cibersegurança são a maior preocupação em tempos de pandemia e isolamento social: 52% dos entrevistados apontam ainda que este é o grande desafio do momento.

Entenda os desafios para segurança com o home office e como superá-los — Foto: Divulgação/Dell

Entenda os desafios para segurança com o home office e como superá-los — Foto: Divulgação/Dell

Diferentes organizações, inclusive a Organização Mundial da Saúde, sofreram um aumento exponencial no número de ataques digitais desde o início da crise. Enquanto isso, um relatório feito pela Westlands Advisory prevê um crescimento anual médio do investimento em cibersegurança, entre as empresas, de 6,2% de 2020 a 2023.

“Estamos hoje em um momento único referente ao trabalho a distância. O trabalho durante a quarentena tem peculiaridades diferentes do home office tradicional e isso pode gerar uma série de riscos à segurança da informação. Além de as pessoas precisarem conciliar as rotinas profissionais com novas tarefas diárias, muitas vezes é necessário dividir o espaço com outros membros da família e fazer as atividades de locais sem os recursos adequados, como internet de alta velocidade, novas ferramentas e aplicações, conexões seguras e ambientes planejados. Esse cenário gera estresse e diversas distrações, que podem levar a decisões equivocadas no dia a dia, aumentando muito o risco com segurança da informação”, completa Emerson Machado, especialista em segurança de endpoint para América Latina da Dell Technologies.

Confira cinco desafios para a segurança digital no trabalho remoto e as maneiras de superá-los com o apoio das soluções de tecnologia e o atendimento dedicado para consultores de TI participantes do Dell Expert Network.

1. Equipamentos inadequados

Desafio: muitos colaboradores começaram o trabalho em home office na base do improviso, com computadores e smartphones pessoais, que costumam ser mais expostos a ameaças.

Além da falta do ambiente controlado das empresas, que contam com servidores dedicados e diversos sistemas de segurança da informação, os equipamentos pessoais nem sempre possuem os recursos apropriados para evitar ameaças e vazamento de dados.

A solução: Dell dispõe de um amplo portfólio de computadores corporativos, incluindo as linhas VostroLatitude e Optiplex, que contam com recursos de produtividade e segurança desenvolvidos para atender às necessidades de empresas de todos os portes e perfis. As funcionalidades estão disponíveis nos mais diversos formatos de equipamentos, abrangendo desktops, notebooks com designs ultrafinos e leves, opções 2 em 1 para quem demanda versatilidade, entre outros.

“O portfólio de computadores corporativos da Dell é extenso para atender aos diversos perfis de uso e necessidade, já com uma camada de segurança intrínseca, como o recurso SafeBIOS, que protege contra ataques e adulteração ao BIOS dos endpoints de forma “off host”, trazendo atenção e conhecimento, permitindo que esse tipo de ataque de baixo nível seja rapidamente mitigado”, explica Machado.

2. Conexões inseguras

Desafio: em geral, conexões de internet residenciais são menos seguras do que as corporativas. Ao acessar e-mails corporativos, por exemplo, o colaborador pode acabar expondo dados da empresa.

A solução: utilizar uma rede virtual particular (VPN) e também acessos seguros é crucial para estabelecer conexões seguras, na medida em que essa tecnologia cria uma conexão protegida por meio de uma rede não segura. O aplicativo de proxy de VPN do McAfee Safe Connect oferece criptografia semelhante à disponibilizada por bancos, navegação privada e segurança na internet para ajudar a manter a conectividade segura.

Também é importante manter as soluções de segurança atualizadas em todos os seus dispositivos. Assim, o usuário evita malwares, ataques de phishing e outras ameaças e conta com suporte para identificar sites maliciosos durante a navegação.

3. Senhas fracas

Desafio: diante da grande quantidade de aplicativos e sites, privados e profissionais, que exigem o uso de senhas, é comum que os colaboradores utilizem sempre as mesmas e que elas sejam fáceis de memorizar – logo, pouco seguras.

A solução: é crucial orientar os colaboradores sobre o uso de senhas complexas e que sejam constantemente atualizadas. Para resolver a dificuldade em memorizar esses códigos, basta utilizar um gerenciador de senhas, ou uma solução de segurança que inclua esse serviço. As assinaturas de McAfee Small Business Security (conhecidas como antivírus) também possuem gerenciador: cria senhas criptografando-as e as armazena.

“É fundamental que elas sejam fortes e, principalmente, guardá-las em locais seguros, como os chamados cofres de senhas. É essencial também que elas sejam constantemente atualizadas. Para o mercado corporativo, por exemplo, recomenda-se essa troca, no mínimo, de três em três meses. A linha corporativa da Dell conta com o SafeID, um chip exclusivo que armazena as credenciais mantendo-as longe dos invasores”, explica o executivo da Dell Technologies.

4. Antivírus desatualizados

Desafio: em equipamentos não corporativos, nem todas as pessoas investem em cibersegurança, o que abre grandes brechas para ataques – muitos deles vêm por e-mails com anexos ou links suspeitos.

A solução: além de manter todas as soluções de segurança atualizadas, é importante que as empresas ofereçam treinamentos constantes para informar a todos os funcionários e colaboradores sobre os riscos de clicar em arquivos e links que chegam por e-mail e, se possível, neste momento de pandemia, estender esses treinamentos para os familiares.

“Atualmente, por conta da pandemia, uma enorme quantidade de conteúdo sobre a Covid-19 está circulando na internet, e-mails e aplicativos. Com isso, os cibercriminosos aproveitam esse momento para compartilhar mensagens com links maliciosos, voltados a roubar dados e informações confidenciais. O famoso phishing. Aqui, é importante que as empresas ofereçam treinamentos constantes de conduta e, até mesmo, testem o conhecimento de seus colaboradores com e-mails phishing”, reforça Machado.

A Dell oferece um amplo portfólio de serviços, como o Premium Support e o ProSupport, que atendem empresas 24 horas por dia, todos os dias, com cobertura de software. O usuário também é conectado diretamente aos técnicos da Dell, que poderão realizar reparos e manutenções de hardware, além de detectar e resolver problemas de softwares na máquina.

5. Projetos de TI inadequados

Desafio: mesmo dentro das corporações, acontece de o investimento em TI não levar em consideração a grande importância da segurança digital em todas as camadas de utilização de tecnologia. “Para ajudar as empresas nesse processo de transformação digital, é muito importante contar com o suporte de profissionais de TI, que serão os responsáveis por avaliar a utilização das melhores práticas de gestão de TI e, se necessário, auxiliar a implementá-las”, afirma Luciane Dalmolin, diretora para pequenas empresas da Dell Technologies no Brasil.

A solução: a Dell mantém um programa de relacionamento dedicado a profissionais de TI que atuam junto a pequenas e médias empresas, o Dell Expert Network. Trata-se de uma iniciativa que oferece, entre outros benefícios, atendimento dedicado de um gerente da Dell e especialistas técnicos para auxiliar esses profissionais autônomos no desenho de projetos de tecnologia para seus clientes.

O que é chip UWB: entenda a nova aposta da Apple e Samsung

Samsung anunciou nesta quarta-feira (5) o Galaxy Note 20 com a novidade do sensor Ultra Wideband (UWB). O chip trabalha com uma tecnologia de banda ultralarga que permite a comunicação sem fio com maior precisão e maior rapidez entre os dispositivos. O recurso funciona de forma semelhante ao Bluetooth ou Wi-Fi, mas a largura de banda é mais alta e tem alcance mais curto.

O UWB também está presente no iPhone 11 (Apple) por meio do chip U1, bem como na versão 5G do Galaxy S20 para conexão às redes milimétricas de quinta geração.

Galaxy Note 20 chegou com tecnologia UWB — Foto: Reprodução/Samsung

Galaxy Note 20 chegou com tecnologia UWB — Foto: Reprodução/Samsung

O que é UWB?

A sigla UWB se refere à tecnologia Ultra Wideband (banda ultralarga, em tradução livre) que emite ondas eletromagnéticas, como o Bluetooh e o Wi-Fi, mas opera em uma frequência mais alta. Devido à esta característica, ela permite que a transmissão de dados seja bem mais rápida e com maior capacidade, o que contribui para localização e comunicação de dispositivos de maneira mais precisa.

A tecnologia permite que as ondas eletromagnéticas façam um reconhecimento do ambiente em tempo real, identificando a localização exata dos aparelhos que possuem receptores UWB. Uma vez estabelecida a conexão, ela se mantém estável e permite a comunicação com menor tempo de resposta.

UWB funciona de forma semelhante ao Wi-FI — Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo

UWB funciona de forma semelhante ao Wi-FI — Foto: Nicolly

Como o sensor trabalha com largura de banda muito alta (500 MHz), ele não interfere em outros dispositivos que também utilizam radiofrequência.

Como a tecnologia funciona?

O chip UWB envia pulsos eletromagnéticos em um raio de dez metros de distância e identifica os dispositivos receptores em cerca de dois nanosegundos. Ele funciona basicamente como um radar, que escaneia um espaço e identifica os aparelhos com precisão, permitindo comunicação entre eles.

Como os receptores convertem as ondas eletromagnéticas recebidas em dados, o UWB é ideal para transmissão de arquivos grandes entre dispositivos. No entanto, a utilização possui limitação de espaço e não faz um bom trabalho em ambientes com muitas paredes, como o Wi-Fi faz. Porém, seu pequeno alcance aliado a uma alta frequência é o que permite uma conexão segura e sem riscos de sofrer interferência.

O sistema de reconhecimento espacial já vinha sendo utilizado nos smartphones por meio do Bluetooth e do Wi-Fi, mas a Apple foi a primeira fabricante de smartphones a incorporá-lo à tecnologia UWB com o iPhone 11, que aumenta a precisão, estabilidade e rapidez do sinal, bem como a capacidade de transmissão de dados.

iPhone 11 foi o primeiro celular a apresentar UWB — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

iPhone 11 foi o primeiro celular a apresentar UWB

A tecnologia permite um cálculo preciso entre aparelhos emissores e receptores. Quando estão próximos, eles começam a medir distância, definindo a localização exata e o tempo de ida e volta do sinal.

Apesar de a comunicação entre os dispositivos ficar restrita a dez metros de distância, o UWB pode ser utilizado como um radar para determinar a posição de aparelhos, ampliando a linha de visão para 200 metros.

História do UWB

Embora seu nome esteja comercialmente se tornando popular agora, a tecnologia UWB já existe há pelo menos 100 anos. A princípio, ela foi utilizada em rádios que se comunicavam em uma curta distância sem fio. Mas a partir de 1920, seu uso passou a ser restrito aos aplicativos militares de defesa que estabeleciam comunicação segura. Somente em 1992 foi que a comunidade científica começou a estudar a tecnologia para outros objetivos.

A partir disso, o UWB passou a ser utilizado em radares, eletrônicos comerciais, redes pessoais sem fio e até para localização de aparelhos médicos antes de chegar nos celulares.

Linha Galaxy S20 com 5G também conta com UWB para conectar às redes milimétricas — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

A primeira regulamentação do recurso aconteceu nos Estados Unidos em 2002. Nesta época foi definido o limite da frequência em que ele poderia operar. A baixa densidade do sinal foi estabelecida visando evitar interferência entre outras tecnologias sem fio existentes, mas isso também contribuiu para tornar o UWB mais preciso.

Devido à baixa potência, o sinal é muito difícil de detectar, o que permite uma comunicação segura. Essa configuração também exige menos energia elétrica, tornando-o econômico.

Aplicações do UWB

A tecnologia está sendo utilizado no iPhone 11 junto dos beacons, que são pequenos emissores de sinal alimentados por uma bateria e que podem ser incorporados em objetos. A Applechegou a patentear este recurso como iBeacon. Ele permite identificar a distância entre dois objetos até alguns centímetros, mas até agora não chegou ao público.

O UWB junto dos beacons podem ser instalados em um shopping ou aeroporto por meio de uma rede de sensores que vão monitorando o progresso de uma pessoa no ambiente, por exemplo. Desta forma, é possível fornecer instruções de destino para ela em tempo real. No caso de um shopping, a tecnologia poderia ainda indicar a localização de uma loja desejada e mapear o melhor caminho até lá.

O UWB pode ser utilizado também para transmissão de dados entre dispositivos, como é o caso do iPhone 11. A Apple prometeu que o AirDropreceberia uma atualização em que o usuário poderia identificar a posição precisa de outros dispositivos Apple e escolher para qual deles enviar particularmente, mas a função ainda não foi apresentada.

AirDrop pode ganhar nova função por conta do UWB — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

AirDrop pode ganhar nova função por conta do UWB

Caso a função seja anunciada, o AirDrop poderia informar que existe um iPhone atrás do usuário e outro à sua diagonal esquerda a um metro de distância. Além disso, o tráfego de dados seria mais rápido e mais estável, permitindo a transmissão de arquivos maiores.

O UWB também pode ser utilizado para destrancar um automóvel por meio de um dispositivo sem fio. A empresa da maçã chegou a implementar tecnologia semelhante com o Car Key, mas o recurso funciona com NFC. O mesmo poderia ocorrer em portões de casas, apartamentos e garagens, permitindo a liberação de acessos de forma remota. Também poderia permitir acessar uma conta bancária ao conectar com o caixa eletrônico, por exemplo.

Relembre o lançamento do Galaxy S20

Samsung Galaxy S20, S20 Plus e S20 Ultra; conheça a ficha técnica

Por enquanto, apenas o iPhone 11, Galaxy S20 e Galaxy Note 20 possuem a tecnologia, mas a Samsung, XiaomiHuawei e outras fabricantes formaram um consórcio para construir dispositivos que se comuniquem com o UWB. O objetivo é implementá-lo primeiro em smartphones e depois criar um ecossistema de intercomunicação espacial padronizado de curta distância.

Apple atualiza iMac no Brasil com novos chips e preços até R$ 92 mil

Apple atualizou o iMac de 27 polegadas no Brasil, que chega sem redesign e com chips Core i5Core i7 e Core i9 de décima geração da Intel. O modelo está disponível para comprar na loja oficial da maçã por a partir de R$ 21.999, mas os preços podem chegar a até R$ 91.999 com as especificações mais robustas oferecidas. O computador traz ainda placas de vídeo Radeon Pro, da AMD, até 8 TB de armazenamento em SSD e memória RAM que pode chegar aos 128 GB em DDR4.

O iMac de 27 polegadas atualizado segue com o mesmo design anterior — Foto: Divulgação/Apple

O iMac de 27 polegadas atualizado segue com o mesmo design anterior — Foto: Divulgação/Apple

A fabricante oferece três versões pré-configuradas, sendo duas com chip Core i5 e outra com Core i7. Todas começam em 8 GB de RAM e contam com armazenamentos de 256 GB ou 512 GB em SSD. Em relação às placas de vídeo, os modelos trazem a Radeon Pro 5300 de 4 GB em GDDR6 ou a Radeon Pro 5500 XT de 8 GB dedicados. Na hora de comprar, o usuário ainda pode escolher um processador Core i9, SSD de até 8 TB e memória com até 128 GB, além das Radeon Pro 5700 e 5700 XT.

O produto não chega com redesign e mantém o perfil fino e os padrões de cores de versões anteriores. A tela Retina 5K, por sua vez, traz como novidade a opção de vidro nano-texture, que promete “reduzir o reflexo ao mínimo possível”. Para conectar periféricos, o iMac conta com duas portas Thunderbolt 3 e acompanha mouse, teclado e cabo Lightning para USB na caixa.

iMac de 27 polegadas pode ter até 8 TB em SSD e 128 GB de memória — Foto: Divulgação/Apple

iMac de 27 polegadas pode ter até 8 TB em SSD e 128 GB de memória — Foto: Divulgação/Apple

Nos Estados Unidos, o iMac de 21,5 polegadas também foi atualizado para receber os processadores mais recentes da Intel. Por enquanto, a loja brasileira mostra o modelo anterior, com chips de sétima e oitava gerações, e não há previsão para a chegada do upgrade por aqui, segundo a Apple.

Vale ressaltar que estes podem ser alguns dos últimos computadores da marca que saem de fábrica com processadores da Intel, uma vez que a própria empresa anunciou, durante a WWDC 2020, que está trabalhando na substituição dos chips por modelos de arquitetura ARM, com CPU desenvolvida em sua própria linha de produção. Essa troca deve acontecer de forma gradual até 2022, a começar pelos MacBooks, apontam rumores.

Você sabe como medir corretamente a velocidade de sua internet?

Você sabe como medir corretamente a velocidade de sua internet?

Estou aqui para trazer um vídeo e várias outras explicações para você aprender fazer corretamente a medição da velocidade da sua internet.

Na hora de medir a sua conexão, fique atento aos 3 pontos principais citados abaixo:

PONTO 1:
A velocidade no seu dispositivo pode estar sendo compartilhada com outros aparelhos na sua rede WiFi comprometendo o resultado final de sua medição, sabendo disto, a Hokinet tem uma ferramenta fantástica desenvolvida pelo nosso consultor técnico Patrick Brandão. Abra esse link a seguir:
http://consumo.hokinet.com.br
Este link mostra em tempo real a velocidade TOTAL consumida em sua conexão somando todos os dispositivos conectados ao seu WiFi ou à sua rede cabeada… dessa forma, você vai descobrir se a sua velocidade não está chegando no seu aparelho devido haver alguma outra pessoa ou coisa consumindo grande parte ou toda a sua banda (velocidade) disponível, e desta forma, não sobra velocidade para você fazer o seu teste de forma real. Esta ferramenta serve também para te mostrar se a lentidão em sua casa não é falta de banda… se a sua conexão ficar uma linha quase reta no gráfico o tempo todo, nos chame, você precisa de um upgrade de velocidade e provavelmente você estará com muita lentidão e latência muito ruim se estiver nessa situação de gargalo com sua velocidade topada no máximo o tempo todo. Se houver somente picos, vai lá em cima no limite e volta, não se preocupe… é normal que isso aconteça e isto não causa lentidão na sua navegação.

PONTO 2:
Prefira sempre fazer medições usando redes cabeadas, acontece que o WiFi é muito suscetível a falhas e sofrer interferências… Telefones sem fios, forno micro ondas ou qualquer outro aparelho doméstico eletro eletrônico que emita ondas eletro-magnéticas podem interferir na qualidade do seu WiFi, e, portanto, em sua medição também…
Sempre tente medir sua velocidade usando redes cabeadas ou pelo menos então redes WiFi com tecnologia 5G, pois as redes antigas anteriores a 5G não conseguem entregar grandes velocidades sem fios e vai que no meio da sua medição alguém ligue o microondas e isso atrapalhe né, por isso, sempre prefira fazer usando cabo ou se for WiFi, use pelo menos a rede 5G.
IMPORTANTE: apenas 1 dispositivo conectado longe do WiFi pode interferir na velocidade da sua rede como um TODO, pois o WiFi vai baixar a modulação de TODOS os aparelhos nivelando pelo menor sinal… NÃO COMPARTILHE WIFI, você vai ser muito prejudicado por isto, o professor Jose Alves Jr nos ensina muito bem isto nesse vídeo a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=uJxbAfDDw98

GAMERS: Pelos mesmos motivos que o WiFi atrapalha a medição, ele também atrapalha sua latência para jogar… sempre prefira jogar por redes cabeadas, um simples aparelho doméstico ligado pode gerar ondas eletro-magnéticas que podem interferir na latência e estabilidade da rede WiFi, uma pessoa que saia para fora da casa e fique com sinal fraco na frente da casa pode fazer com que seu roteador module para baixo e derrube a velocidade e suba a sua latência… NÃO JOGUE PELO WIFI, a probabilidade de se incomodar é muito grande..

PONTO 3:
Os servidores que hospedam os testes de velocidades também podem ficar sobrecarregados, ou sofrerem algum problema de conectividade… por isto, faça seu teste sempre em mais de um para ter uma visão mais real, não insista sempre no mesmo, e, prefira sempre os mais estáveis ou que estejam mais perto de você. Quanto mais longe o Servidor, maior a probabilidade de ter uma medição que não mostra a realidade da sua conexão, pois as vezes podem existem milhares de quilômetros de fibra óptica e muitos roteadores no meio do caminho entre você e o servidor de medição que podem interferir em sua velocidade… a seguir alguns links dos medidores mais confiáveis para você fazer suas medições: Confira o vídeo
www.facebook.com/hokinet.internet/videos/2261109184191670/?t=5

Minha Conexão:
https://www.minhaconexao.com.br/
Speed Test
https://www.speedtest.net/
NPerf
https://www.nperf.com/pt/
Netflix
https://fast.com/pt/
NIC.Br
https://beta.simet.nic.br/
Tecmundo
https://beta.simet.nic.br/

Se houver ainda alguma dúvida sobre a medição de sua internet, nos chame em nosso suporte técnico via WhatsApp no número 0800-000-4848 ou clicando neste link: http://whatsapp.hokinet.com.br ou via messenger aqui no Facebook (comentários nesta publicação não chegam em nossa central de atendimento, por gentileza sempre prefira MESSENGER – mensagem privada)

Espero que tenha esclarecido um pouco mais para você nosso assinante!

5 motivos para escolher um provedor de internet local

Está com problemas em sua conexão de rede? Acha que não recebe pelo que paga e ainda tem que lidar com um suporte pouco prestativo e um tanto quanto demorado? Bem, independentemente de quais sejam os incômodos relacionados, para muitos, a saída para resolvê-los é só uma: contratar um provedor de internet local.

Como você sabe, as grandes companhias (normalmente associadas às telefonias nacionais) parecem não se preocupar muito com a satisfação do consumidor.

Prova disso são as intermináveis reclamações em sites como o Reclame Aqui.

Então, preparamos este post para mostrar 5 motivos para escolher um provedor de internet local. Continue a leitura e confira. Não perca!

A imagem pode conter: texto que diz "01. SUPORTE ÁGIL Diante da proximidade física entre você e o provedor de internet local, é certo que o suporte técnico será muito mais ágil quando comparado ao oferecido pelas companhias nacionais. Ao optar por um provedor de internet local, o "trajeto" do suporte técnico até a sua casa será muito mais curto. @hokinet.internet HOKINET"
A imagem pode conter: texto que diz "02. ATENDIMENTO HUMANIZADO Falar com "máquinas" ou ter que ficar aguardando por muitos minutos para ser atendido é desagradável, não é mesmo? Ao escolher um provedor de internet local, essa chateação e perda de tempo não será mais um problema. Essa realidade permite ouvir os clientes com com maior proximidade, favorecendo o contato humano. @hokinet.internet HOKINET COMPARTILHEESSAEXPERIENCIA"
A imagem pode conter: texto que diz "$ 03. PREÇOS COMPATÍVEIS Engana-se quem pensa que os preços praticados pelos provedores nacionais são melhores. Embora possa haver valores mais baixos do que as ofertas mínimas de um provedor internet local, o custo-benefício não será superior. Em outras palavras, mesmo que você tenha que pagar um pouco mais nas mensalidades, esteja certo que receberá um serviço significativamente melhor quando comparamos com os gastos destinados a uma grande companhia. @hokinet.internet HOKINET COMPARTILHEESSAEXPERIENCIA"A imagem pode conter: texto que diz "04. CANCELAMENTO Geralmente os provedores de internet locais possuem uma flexibilidade contratual muito maior do que as companhias nacionais quando o assunto é cancelamento. Quem nunca passou dor de cabeça e raiva na hora de pedir desligamento definitivo de sua conexão com algum grande provedor? @hokinet.internet HOKINET COMPARTILHEESSAEXPERIENCIA"A imagem pode conter: texto que diz "05. GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Um provedor de internet local produz emprego e renda para a região onde está inserido, contribuindo assim para o cenário econômico de sua localidade. Of @hokinet.internet HOKINET COMPARTILMEESSAEXPERIENCIA"

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Melhores processadores gamer para comprar no Brasil em 2020

Ter um bom processador “gamer” para rodar seus jogos é tão importante quanto uma boa placa de vídeo. Intel e AMD oferecem no mercado brasileiro modelos com diferentes propostas, como o top de linha Core i9 10900K, apresentado pela fabricante como mais rápido do mundo na categoria, e o Ryzen 5 3600X, custo-benefício que promete alto desempenho. Com o chip certo instalado no seu PC gamer, o sistema deve tirar o máximo de performance da GPU, além de evitar gargalos e garantir um bom desempenho geral.

Confira a seguir as melhores opções de processador gamer à venda no Brasil em 2020, com preços que começam em R$ 1.039,90. Vale ressaltar que os preços são de responsabilidade das lojas online e podem mudar a qualquer momento, sem aviso prévio.

1. Intel Core i9 9400F – a partir de R$ 1.039,90

Com a chegada da décima geração de processadores da Intel, a linha anterior aparece com preços mais baixos. É o caso do Core i5 9400F, hexa-core sem Hyper Threading que tem performance intermediária, mas suficiente para jogos em geral. Outro detalhe importante do chip é a ausência de uma GPU integrada, o que justifica o valor mais baixo, mas ao mesmo tempo obriga o usuário a investir em uma placa de vídeo dedicada.

Com velocidades entre 2,9 e 4,1 GHz, o componente deve ser capaz de atingir boas taxas de quadros por segundo, desde que pareado com uma boa solução gráfica. Já substituído pelo Core i5 10400, mais recente, o Core i5 9400F pode ser encontrado por a partir de R$ 1.039,90 no momento.

2. AMD Ryzen 5 3400G – a partir de R$ 1.239

O Ryzen 5 3400G se classifica para a nossa lista por conta da presença de uma GPU integrada de performance razoável. A Radeon Vega 11 que acompanha o componente garante boa performance para rodar jogos a 720p, ou até mesmo Full HD em caso de títulos mais antigos e menos exigentes.

O processador em si, é um quad-core de oito threads e velocidades de 3,7 a 4,2 GHz. O modelo aceita overclock, utiliza o mesmo soquete AM4 dos Ryzen mais badalados e é vendido no Brasil por, pelo menos, R$ 1.239, valor interessante para quem quer montar um PC gamer intermediário.

3. AMD Ryzen 5 3600X – a partir de R$ 1.690,90

O Ryzen 5 3600X é um hexa-core de 12 threads que aparece como uma das melhores opções de custo-benefício para quem quiser montar um PC gamer em 2020. O processador tem performance de sobra para encarar jogos recentes e não custa tão caro quanto as unidades top de linha, seja da Intel ou da própria AMD. No momento, o modelo aparece por R$ 1.690,90 no varejo nacional.

Amigável com overclocks, o processador perde terreno em performance diante da décima geração da Intel, mas ainda se mostra uma boa escolha no custo benefício em virtude do suporte ao PCIe 4.0, tecnologia ausente mesmo em CPUs da rival que custam o dobro do preço. Outra opção é o similar Ryzen 5 3600, sem o “X”, que é ainda mais barato.

Ryzen 5 3600X é uma das melhores opções de custo-benefício do mercado — Foto: Divulgação/AMD

4. AMD Ryzen 7 3700X – a partir de R$ 2.299

O Ryzen 7 3700X é um octa-core de 16 threads da AMD destinado ao mercado premium e com performance equilibrada tanto para games recentes quanto para softwares profissionais de edição. Amigável com overclock, o modelo encaixa em soquete AM4 e, como todo Ryzen da terceira geração, traz suporte ao PCIe 4.0, diferencial relevante diante de produtos da Intel, ainda no PCIe 3.0. Um pouco abaixo do Ryzen 7 3800X, o 3700X é uma opção para quem pretende economizar um pouco sem perder muita performance na troca. No momento, é possível encontrar o produto saindo a R$ 2.299 no mercado brasileiro.

Ryzen 7 3700X é octa-core com 16 threads e suporte a PCIe 4.0 — Foto: Divulgação/AMD

5. AMD Ryzen 9 3900X – a partir de R$ 2.499,90

O Ryzen 9 3900X é o melhor processador para games da AMD no momento, pelo menos até a chegada do Ryzen 9 3900XT ao mercado. Composto de 12 núcleos e 24 threads, o Ryzen 9 alcança velocidades de até 4,6 GHz em turbo e é o rival direto do Core i9 9900K, opção de nona geração da Intel. O modelo da AMD tem suporte para overclock e utiliza soquete AM4, sendo encontrado por a partir de R$ 2.499,90 no mercado nacional.

Embora perca terreno para os chips Intel na hora de rodar jogos, o Ryzen 9 chega perto e oferece uma performance mais empolgante para aplicações profissionais, o que o classifica como uma ótima escolha para quem precisa de um PC de uso geral.

Ryzen 9 3900X é uma proposta mais equilibrada para quem quer um PC gamer também eficiente no trabalho pesado — Foto: Divulgação/AMD

6. Intel Core i7 9700K – a partir de R$ 2.899,90

Um dos processadores gamer mais poderosos da nona geração da Intel, o Core i7 9700K é um octa-core que destoa um pouco de outros modelos premium da marca, já que não oferece Hyper Threading. Apesar disso, o modelo da Intel traz suporte a overclock e opera a velocidades que chegam aos 4,9 GHz em turbo.

O modelo encaixa em soquetes LGA1151 da Intel e é mais um exemplo da tendência de que os processadores da marca se deem melhor em games do que as alternativas da AMD, com destaque para a performance single-core da CPU e suas altas velocidades em turbo. No Brasil, é possível encontrar o chip premium por R$ 2.899,90.

Core i7 9700K tem boas especificações, permite overclock, mas não conta com Hyper Threading — Foto: Divulgação/Intel

7. Intel Core i9 9900K – a partir de R$ 3.699,90

Octa-core de nona geração com 16 threads, o Core i9 9900K tem velocidaes de 3,6 GHz a 5 GHz, superando seu adversário direto da AMD, o Ryzen 9 3900X. Sua performance para jogos promete ser superior graças aos clocks mais altas, além da boa performance single-core da CPU.

Compatível com overclock, o Core i9 9900K é antecessor do Core i9 10900K, considerado o mais rápido do mundo para jogos pela Intel. De qualquer forma, o modelo é bastante interessante para quem possui placa LGA1151, por exemplo. Seu valor no mercado nacional começa em R$ 3.699,90 nas principais lojas do varejo.

Core i9 9900K ainda é um dos melhores processadores gamer no mercado — Foto: Divulgação/Intel

8. Intel Core i9 10900K – a partir de R$ 4.089

A Intel aposta firme na proposta gamer do Core i9 10900K, a ponto de o classificar como o “processador mais rápido do mundo para jogos” e a verdade é que benchmarks dão sustentação à ideia. Com 10 núcleos e 20 threads, o modelo funciona com clock base de 3,7 GHz e pode acelerar a 5,3 GHz aplicando turbo.

O processador também suporta overclock e é compatível com as novas placas-mãe Z490, que usam o soquete LGA1200 da Intel. O top de linha de décima geração da Intel já pode ser encontrado no Brasil saindo por preços que começam em R$ 4.089.

Core i9 10900K tem se dado bem em benchmarks e reviews — Foto: Divulgação/Intel

Show do Diplo no Fortnite: horário e como ver Festa Royale ao vivo

Fortnite promoverá o evento Festa Royale nesta sexta-feira (31). Nessa edição, a Epic Games transmitirá a apresentação virtual ao vivo do DJ e produtor musical Diplo dentro do próprio Battle Royale. A performance pode ser assistida hoje em tempo real ou em retransmissão na próxima segunda-feira (3). Confira, a seguir, os horários das apresentações. Vale ressaltar que Fortnite está disponível para download no PlayStation 4 (PS4)Xbox OnePC e Nintendo Switch, e em versão mobile para baixar em celulares Android e iPhone (iOS).

Evento Festa Royale no Fortnite contará com apresentação ao vivo de Diplo — Foto: Reprodução/Epic Games

Evento Festa Royale no Fortnite contará com apresentação ao vivo de Diplo — Foto: Reprodução/Epic Games

A apresentação de Diplo ocorrerá no Palco Principal da Festa Royale. O tempo de performance está estimado em 30 minutos. Para entrar no palco principal, o jogador deve acessar o game e escolher a opção “Festa Royale” na lista de partida. Nesta edição, o evento não tem limite de espectadores e, caso se atrase para entrar, também será possível assistir aos restantes das apresentações.

Festa Royale em Fortnite – Dias e horários

Sexta-feira (31) – Ao vivo15h00
Segunda-feira (03) – Retransmissão22h00

Fonte: Epic Games

Como recompensa pela presença no Festa Royale, o Fortnite presenteará os jogadores com o exclusivo Envelopamento Pós-festa. O item, em tonalidades amarelo, rosa, azul e roxo, pode ser usado para decoração de armas no Battle Royale. Além disso, em comemoração ao evento, a Loja de Itens também receberá novos produtos. Traje Vislumbre, Picareta Facas Leves e Acessório para as Costas Ritmo Portátil são algumas das mercadorias que podem compradas. O grande atrativo é a capacidade desses itens serem reativos à música.

Natural do estado de Mississippi, EUA, Diplo é um DJ, compositor e produtor musical de 41 anos. O produtor é membro do grupo musical Major Lazer. Suas produções costumam misturar influências de hip-hop, miami bass, trap e pop. Em sua carreira, Diplo já colaborou com grandes nomes do cenário musical, como Ariana Grande, Beyoncé, Shakira, Anitta, Skrillex, MØ, Dua Lipa e Snoop Dogg. Além disso, o artista já foi indicado nove vezes ao Grammy Awards, e venceu em três categorias.

A Epic Games tem promovido diversas apresentações musicais dentro do Fortnite. Em abril de 2020, o game foi palco do evento Astronomical com apresentação ao vivo do rapper Travis Scott. No mês seguinte, foi a vez dos artistas Dillon Francis, Steve Aoki e Deadmau5 se apresentarem no Battle Royale, em comemoração à marca de 350 milhões de jogadores cadastrados. Em junho, o jogo recebeu os shows de Diplo, Young Thug e Noah Cyrus, em celebração ao lançamento do álbum Diplo Presents: Thomas Wesley.

Mi True Wireless Earphones 2 Basic: testamos o novo fone Xiaomi no Brasil

Mi True Wireless Earphones 2 Basic é o mais novo fone Bluetooth da Xiaomi à venda de forma oficial no Brasil. Com preço sugerido de R$ 399 no país, o acessório promete ser uma opção aos AirPods, da Apple, trazendo inclusive design que lembra bastante os earbuds da maçã. Com boa autonomia e recursos um pouco limitados, o modelo é voltado para o dia a dia, e pode decepcionar quem busca um dispositivo para ouvir músicas ao praticar esportes. O TechTudo testou o aparelho e conta as primeiras impressões a seguir.

Mi True Wireless Earphones 2 Basic é o novo fone da Xiaomi no Brasil; veja o que achamos — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Mi True Wireless Earphones 2 Basic é o novo fone da Xiaomi no Brasil; veja o que achamos — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Mirou na Apple

O visual dos earbuds em si é bastante semelhante aos AirPods, pelo menos na “cabeça” do fone, com mesma proposta de design. Uma diferença pontual é a grossura das hastes que ficam para fora, bem maior que no acessório da Apple.

É por meio dessa parte externa que o usuário pode começar ou pausar a reprodução, além de acionar a assistente virtual do celular Android, com Google Assistente, ou iPhone (iOS), com a Siri. Diferente de outros produtos do segmento de fones totalmente sem fio, que limitam os controles no acessório e permitem ajustá-los via software, não há outras opções no Mi 2 Basic.

Design lembra bastante os AirPods, da Apple; material e haste mais grossa são principais diferenças — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Design lembra bastante os AirPods, da Apple; material e haste mais grossa são principais diferenças

Ainda no design, vale ressaltar a baixa fixação à orelha, um ponto importante a se considerar ao buscar um modelo para praticar esportes. Mas, vale ressaltar que o fone da Xiaomi tem uma proposta de uso no dia a dia, durante o trabalho ou ao estudar, atividades que não vão exigir muito dessa característica. Seu acabamento em plástico também não passa muita confiança quanto à resistência a impactos.

Qualidade de som intermediária

Já sobre o áudio, o modelo apresenta bom volume. Com drivers de 14,2 mm, impedância de 32 ohms e resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz, o acessório apresenta bons graves, médios e agudos, mas nada além do padrão da categoria.

Aqui, por conta do formato tipo earbud, não há um grande isolamento acústico, como acontece com os intra-auriculares, por exemplo. Dessa forma, é possível manter a atenção no ambiente enquanto escuta música, o que ajuda bastante a interação com outras pessoas em casa ou no ambiente de trabalho.

Modelo não tem como foco o áudio em si; para uso no dia a dia, qualidade está suficiente — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Modelo não tem como foco o áudio em si; para uso no dia a dia, qualidade está suficiente

Recursos e bateria

A conectividade fica por conta do Bluetooth no padrão 5.0, que oferece boa estabilidade e pareamento automático com o último dispositivo utilizado com o fone. Apesar disso, foi possível perceber alguns engasgos ao ficar longe do celular, principalmente em outros cômodos.

Um ponto interessante do acessório é a possibilidade de utilizar apenas um dos lados de forma rápida, já que o produto reconhece quando o usuário optou por esse tipo de uso. Assim, o bud do lado escolhido fica com o controle de play/pause, que também funciona para atender ou recusar ligações.

Um dos principais recursos do Mi 2 Basic é a capacidade de pausar a reprodução ao ser retirado do ouvido, economizando bateria — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Um dos principais recursos do Mi 2 Basic é a capacidade de pausar a reprodução ao ser retirado do ouvido, economizando bateria — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Outro recurso que chama atenção é a capacidade de pausar a música logo ao tirar os fones do ouvido. De acordo com a fabricante, isso garante maior autonomia ao modelo. E, de fato, a bateria do produto não apresentou problemas durante os testes. Sobre isso, vale ressaltar que os earbuds prometem carga suficiente para cerca de cinco horas de reprodução contínua.

Além disso, durante um dia de trabalho, por exemplo, colocando os fones na case sempre que tiver uma pausa, não foi possível acabar com a carga dos modelos. No total, a Xiaomi fala em 20 horas de autonomia, tempo suficiente para sua proposta de uso diário.

Mi True Wireless Earphones 2 Basic tem autonomia para cerca de 20 horas, segundo a Xiaomi — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Mi True Wireless Earphones 2 Basic tem autonomia para cerca de 20 horas, segundo a Xiaomi — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Conclusão

O modelo é simples, e não traz nenhum grande destaque em relação às tecnologias utilizadas. Ao pausar músicas de forma automática, o fone consegue preservar sua bateria e aumentar o tempo de uso, o que agradou bastante. Além disso, se o usuário colocar os earbuds no estojo carregador sempre que parar de ouvir músicas, essa bateria chega a ser suficiente por dias.

Um ponto negativo a ser considerado, aqui, é a qualidade do material. O acabamento em plástico não parece ser muito resistente e, por conta da pouca fixação, corre bastante risco sempre que cair. Em poucos dias, o modelo chegou a cair três vezes em situações comuns, sem movimentos bruscos. Portanto, não seria a melhor opção para praticar esportes.

Opção mais barata aos AirPods, mas com perfil mais simples — Foto: Yuri Hildebrand

Opção mais barata aos AirPods, mas com perfil mais simples — Foto: Yuri Hildebrand

O custo-benefício vai depender da comparação feita pelo usuário. Se a ideia é ter um fone para o dia a dia com visual elegante, recursos simples, entre outras características do segmento, o valor de R$ 399 fica de bom tamanho, sobretudo se comparado aos R$ 1.349 cobrados pela Apple nos AirPods.

Mas, se a referência para um fone Bluetooth totalmente sem fio é de um fone básico, sem muitas funcionalidades extras, é possível encontrar produtos mais baratos e que não devem decepcionar. Um deles é o Redmi AirDots, da própria Xiaomi, que aparece no e-commerce por preços em torno de R$ 139,90, segundo o Compare.

Golpes bancários crescem em 2020 e atingem mais de dez milhões no Brasil

Os golpes de phishing bancário estão crescendo no Brasil e já atingiram dez milhões de pessoas entre janeiro e julho de 2020. Em relação ao mesmo período do ano passado, é possível perceber um aumento de 43% no número total de ataques. Os dados são de um levantamento do dfndr lab, laboratório de segurança digital da PSafe, divulgado na última terça-feira (28).

Segundo a empresa, nesse tipo de golpe, os criminosos enganam a vítima por meio de links maliciosos e aplicativos com o objetivo de obter seus dados bancários e, assim, ter acesso a seus recursos financeiros. Além disso, os especialistas indicam que a pandemia é um dos fatores por trás do aumento, já que provocou a migração de serviços para os meios digitais.

Criminosos criam cópias perfeitas de apps e sites de grandes bancos para enganar as vítimas — Foto: Reprodução/PSafe

Criminosos criam cópias perfeitas de apps e sites de grandes bancos para enganar as vítimas

Os ataques, em geral, fazem uso de nomes de grandes bancos, conforme explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. “Essas fraudes costumam utilizar como abordagem um suposto bloqueio/liberação de senha bancária e bloqueio de pagamento, para que a vítima realize um falso procedimento de recuperação de senha”, alerta o especialista. Ao realizar o procedimento, a vítima acaba cedendo seus dados bancários para os criminosos.

O termo phishing é bastante abrangente e pode ser usado para tratar de vários tipos de golpes. Sua origem está na língua inglesa, pela analogia de que os criminosos “pescam” pessoas desatentas que podem cair no golpe.

Quatro coisas que você nunca deve postar nas redes sociais

No caso do phishing bancário, essas fraudes têm o objetivo de conseguir dados de cartão de crédito e informações bancárias sigilosas. Durante a ação, os criminosos usam nomes de grandes bancos e instituições financeiras para compartilhar links maliciosos por e-mail ou redes sociais ou distribuir sites e aplicativos falsos. Quando a pessoa compartilha algum dado, o golpista apenas coleta essa informação e utiliza para ter acesso às contas bancárias reais da vítima.

De acordo com o dfndr lab, as restrições de circulação da pandemia ajudam a explicar a explosão em ataques phishing bancário. Segundo o laboratório, apenas em julho foram detectados 1,2 milhão de golpes do tipo pelo Brasil, quase o triplo dos 425 mil episódios registrados no mesmo mês em 2019. Entre janeiro e julho, já foram dez milhões de ataques, contra sete milhões no mesmo período do ano passado, um aumento de 43%.

Não comparilhe dados bancários se não tiver certeza da proveniência do site ou app em questão  — Foto: Pond5

Não comparilhe dados bancários se não tiver certeza da proveniência do site ou app em questão

Ainda segundo os pesquisadores, o problema do phishing ganha proporções mais graves por conta da realidade do home office, já que os usuários podem acabar caindo nesses golpes usando computadores e dispositivos de empresas. Dessa forma, os dados bancários da companhia poderiam acabar caindo nas mãos dos criminosos.

Para evitar cair em golpes, é importante seguir algumas recomendações. Use um bom antivírus, capaz de detectar phishing, mantenha o programa atualizado, tanto em computadores como em celulares, seja um dispositivo de uso pessoal ou corporativo. Além disso, desconfie de mensagens recebidas por e-mail e redes sociais a respeito de sua conta bancária. Por fim, nunca compartilhe esses dados sem ter certeza da proveniência do site ou app em uso.

Brasil fica em primeiro lugar em teste de banda larga fixa

O Brasil teve o melhor desempenho de banda larga fixa durante o segundo trimestre de 2020, de acordo com os dados da Ookla, dona do serviço de medição Speedtest. A pesquisa analisou as cinco maiores economias da América Latina e apontou que o Brasil teve latência média de 19 ms (milissegundos). Já em relação à banda larga móvel, a Argentina apresentou o melhor resultado, com 40 ms. O Brasil ficou em quarto nesse quesito, com 46 ms.

A latência mede o tempo de reação de uma conexão, sendo muito importante no universo dos games. Para ter uma melhor experiência de jogo, esse valor precisa ser de até 59 ms. A latência móvel tem relação com jogos criados para dispositivos móveis, enquanto a latência de banda larga fixa mede a conexão em computadores e consoles.

Brasil apresentou melhorias na latência da internet — Foto: Lucas Mendes/TechTudo

Brasil apresentou melhorias na latência da internet

A pesquisa ainda apontou que os investimentos recentes em fibra óptica em toda a região ajudaram a aumentar ainda mais a latência durante o período. Durante o período da pandemia do novo coronavírus, os investimentos em conexão também cresceram, fazendo com que todos os países do estudo apresentassem aumento no desempenho da internet móvel e da fixa.

Banda larga fixa

O Brasil foi o país que mais apresentou melhorias na latência da banda larga fixa em comparação com o segundo trimestre de 2019, diminuindo de 23 ms para 19 ms. Em seguida vem o Chile (24 ms), o México (31 ms) e a Argentina (34 ms). A Colômbia ficou em último lugar, com 43 ms. Apesar disso, todos os países apresentam internet dentro dos padrões mínimos de latência para jogos.

São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília apresentaram as melhores latências de banda larga fixa no país, com 18 ms, 20 ms e 21 ms respectivamente. As cidades brasileiras só ficaram atrás de Guadalajara, no México, com 17 ms.

Brasil apresentou melhor desempenho na conexão banda larga da América Latina — Foto: Reprodução/SpeedTest

Brasil apresentou melhor desempenho na conexão banda larga da América Latina — Foto: Reprodução/SpeedTest

Internet no celular

Em relação à latência da banda larga no celular, o México apresentou o maior avanço, passando de 57 ms para 44 ms no segundo trimestre de 2020. Apesar disso, a Argentina obteve o primeiro lugar, com 40 ms. Depois vem o Chile (41 ms), México (44 ms), Brasil (46 ms) e Colômbia (47 ms).

Em relação às cidades, São Paulo e Buenos Aires empataram na melhor latência móvel, com 31 ms. Em seguida aparece o Rio de Janeiro (35 ms). Brasília ficou no último lugar da lista de localidades brasileiras analisados (43 ms).

São Paulo e Rio de Janeiro ficaram em primeiro lugar na latência da internet fixa e móvel — Foto: Reprodução/SpeedTest

São Paulo e Rio de Janeiro ficaram em primeiro lugar na latência da internet fixa e móvel — Foto: Reprodução/SpeedTest

Apesar de a implementação da internet 5G ter começado recentemente no Brasil, é esperado que ela aumente ainda mais a latência no país sobre a capacidade que os dispositivos 4G oferecem atualmente.